Tempo estimado para leitura deste texto: < 1 minuto

Zeiss

 

 

Em qualquer sociedade a criação das crianças ocupa papel central na vida da comunidade. Tem sido assim há séculos, desde quando a maior preocupação era ensinar aos pequenos a sobreviver por conta própria em meio à natureza. É claro que hoje as prioridades de conhecimento mudaram, assim como a própria maneira como encaramos a infância, no entanto, o desejo de preparar os jovens para o futuro da melhor maneira possível permanece.

A novidade da educação no século XXI parece focar justamente no fato de que a melhor maneira, na verdade, não é um conceito único. Cada vez mais surgem escolas que rompem estereótipos do que acreditamos ser uma boa instituição de ensino – centrada na disciplina e em conteúdos pré-determinados – focando em realidades locais e na autonomia da criança em perseguir seus interesses e desenvolver habilidades cada vez mais necessárias para a convivência global.

Nessas escolas do futuro, mais do que apenas preparar os alunos para o vestibular, busca-se formar cidadãos globais que contribuirão efetivamente para a construção de um mundo melhor, através de conceitos como liderança, respeito, tolerância, solidariedade e sustentabilidade, que são ensinados em paralelo aos conhecimentos técnicos e acadêmicos.

O mais interessante é que essa busca está se tornando cada vez mais abrangente e inclusiva, com diferentes iniciativas se proliferando pelo mundo todo.  Algumas representantes  brasileiras estão se destacando com propostas educacionais inovadoras, que misturam tecnologia, valorização da natureza e responsabilidade social em suas filosofias.

Em Cotia, na Grande São Paulo, o Projeto Âncora aposta na ideia de construir um mundo melhor

 

 

http://olharesdomundo.com.br/escola-do-futuro/