Tempo estimado para leitura deste texto: 61 minutos

ONG Projeto Âncora:

Desenvolvimento social e educação de mãos dadas

Você acredita que para transformar o Brasil precisamos de mudanças estruturais?

 

O Projeto Âncora é uma Associação Civil de Desenvolvimento Social que, há 20 anos já beneficiou mais de seis mil crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social na região de Cotia.

 

Fundamentados na busca da autonomia e trabalhando com foco nos valores de Respeito, Responsabilidade, Afetividade, Honestidade e Solidariedade, em 2012 compreendemos que para completar o círculo virtuoso de um atendimento integral, precisávamos ampliar o trabalho da Assistência Social e assim implantamos um antigo sonho: A Escola Projeto Âncora, com auxílio direto do nosso conselheiro Professor José Pacheco, fundador da Escola da Ponte, referência mundial da nova educação.

 

Nossa ONG, eleita uma entre as 100 melhores do Brasil em transparência e gestão, acolhe cerca de 180 crianças e adolescentes, oferecendo educação formal, refeições, arte, cultura, biblioteca com 10.000 títulos, circo, pista de skate, esportes desconstruçãode antigos conceitos da educação tradicional, cujos fundamentos são do século XIX.

 

Nova e compartilhada em outras poucas escolas brasileiras, a metodologia utilizada no Projeto Âncora, onde a autonomia e a cidadania são pontos focais e a abolição de séries e aulas é uma realidade, tem sido tema em várias mídias, entre as quais estão Bom dia Brasil – Rede Globo; O Estado de São Paulo; Rede TV News ; porvir . Este ano fomos reconhecidos pelo MEC como um dos 178 projetos de educação,  inovadores e criativos no Brasil http://criatividade.mec.gov.br/projetoancora. Já o InnoveEdu nos elegeu uma das 96 experiências educacionais pelo planeta que apresentam soluções atuais de desenvolvimento humano, com curadoria do: Porvir(Brasil), Edsurge (Estados Unidos), Innovation Unit (Reino Unido) e WISE (Catar).http://innoveedu.org/pt/escola-do-projeto-ancora.

 

Em 2016 a o Projeto Âncora foi reportado na série documental da Tv Futura- Destino: Educação-Escolas inovadoras, como uma das doze instituições de ensino espalhadas pelo mundo e inseridas na reinvenção das práticas pedagógicas. O Projeto Âncora foi a pauta que iniciou a série. Neste link o episódio na íntegra:

Escolas Inovadoras: Episódio 1

 

Todas as semanas, recebemos cerca de 70 visitantes interessados em nossa pedagogia. Também oferecemos uma imersão chamada “Transformação Vivencial”, onde educadores passam cinco dias na hospedaria do Projeto vivenciando nossas práticas.

 

Este reconhecimento confirma o desejo comum de mudar a educação em nosso país, mas não muda nossa realidade. Somos uma ONG sem fins lucrativos. Contamos com mantenedores, patrocinadores e colaboradores financeiros que acreditam nessa causa: transformar a sociedade por meio da promoção social, educação e cultura, oferecendo aos educandos conhecimento e capacidade para protagonizar mudanças em sua condição social e econômica, sendo agentes da transformação em seus núcleos familiares e na comunidade, contribuindo para que Cotia se torne uma Cidade Educadora.

 

Bons parceiros têm nos ajudado a construir essa trajetória: CIELO, GE, Natura, Blau Farmacêutica, Petrobras e Universidade Anhembi Morumbi, entre outras empresas, além de pessoas físicas. A doação se dá pelo direcionamento de parte do Imposto de Renda, por meio do incentivo fiscal, baixando o aplicativo da nota fiscal ou apadrinhamento de uma criança.

 

Sabemos que juntos e em Comunidade podemos alcançar as transformações necessárias na formação de seres humanos mais felizes e sábios.

 

Saiba mais, clique, curta, compartilhe :

 

Facebook

 

Filme institucional

 

relatório anual

 

Missão Garatéa rumo à NASA

maio 2018

Projeto Âncora participa de projeto de incentivo à ciência que levará à NASA experimentos feitos por estudantes brasileiros.

Como ocorre a cicatrização no espaço? Um ovo de aranha será chocado sem gravidade? Hidroponia funciona no espaço? Qual o comportamento do hidrogênio líquido na micro gravidade? Estes são alguns dos questionamentos levantados pelas crianças que estão participando da missão Garatéa de incentivo à ciência.

Pela primeira vez no Brasil a “Student Spaceflight Experiments Program” (SSEP), iniciativa do governo americano que estimula experimentos educacionais sobre o tema, por meio do Garatéa desenvolveu 75 projetos dos quais 10 foram selecionados e três finalmente escolhidos, por uma banca de avaliadores externos e pesquisadores universitários, para serem enviados à NASA. O projeto eleito foi o  “Cimento Espacial” que será lançado ao espaço pela ISS (Estação Espacial Iternacional).  A bordo da ISS, será executada por um astronauta e, depois de quatro a seis semanas, será trazida de volta à Terra para análise dos resultados.

A educanda do Âncora, Sofia Palma, é integrante do grupo eleito e se tudo corroborar, irá com uma educadora se unir a comitiva que representará o Brasil em junho de 2018 nesta Missão. Para que seja uma “missão” cumprida precisamos captar cerca de R$20.000 para viabilizarmos a ida de Sofia e da bióloga e educadora do Projeto Âncora, Patricia Sousa. Várias ações estão sendo realizadas: Rifas, vendas de brigadeiro, palestras em empresas, para que o valor seja arrecado. “O Grupo de Responsabilidade do laboratório está todo empenhado para que Sofia represente o Brasil. Todo mundo ajudando, está lindo de ver”; observa Patricia.

Por 3 meses 345 estudantes estiveram envolvidos no processo. O Projeto Âncora com 15 educandos, colégio Dante Alighieri com 300 alunos, EMEF Perimetral em Paraisópolis com 15 estudantes, todos de 11 a 13 anos. O Âncora foi indicado para o Garatéa pela assessoria do vice-prefeito de Cotia, Almir Rodrigues, que junto à Secretaria de Educação do Município, viabilizou o transporte às atividades.

 

A missão veio ao Brasil por meio do engenheiro espacial Lucas Fonseca (30 anos), formado em engenharia mecatrônica pela USP que sonhava trabalhar com engenharia espacial. Seu mestrado nessa área foi no Institut Supérieur de l’Aéronautique et de l’Espace, na França. Seu projeto de mestrado foi sobre a missão da sonda Rosetta, e a partir daí ele foi convidado para trabalhar na agência espacial alemã. A missão Rosetta envolveu 6000 cientistas de todo o mundo e apenas Lucas não era europeu. Esta experiência despertou no cientista a necessidade de fomentar a ciência espacial em seu próprio país.

O congresso internacional cientifico que reunirá cerca de 44 equipes mirins do Brasil, América do Norte e Europa no Smithsonian Nacional Air Space Museum em Washington, D.C., Estados Unidos, que mantém a maior coleção de aeronaves e naves espaciais de todo o mundo. Neste congresso as equipes verão seus trabalhos expostos. Também há possibilidade de acompanharem o lançamento, no segundo semestre de 2018, mas só poderá acontecer se houver apoio financeiro. Dá uma olhada no vídeo.

O Garatéa impacta o aprendizado prático da ciência, voltado a autonomia dos estudantes, trazendo a temática científica para a vida dos nossos jovens.

Para colaborar com Sofia, acesse este  link agora, ou se preferir pode fazer uma transferência, colocando na sua doação mais 10 centavos para identificarmos o depósito.

Banco Itaú

Agência: 3218

Conta Corrente: 00970-6

Banco Bradesco

Agência: 238

Conta Corrente: 5239-6

 

 

 

Para saber mais:

http://www.garatea.space/

https://airandspace.si.edu/

Informações:

anapaula@projetoancora.org.br /

https://www.projetoancora.org.br

11 4612 99 66 / 11 99913 87 20

 

Cotia – Cidade Educadora 

março 2017

Projeto Âncora, referência mundial em inovação em educação apresenta projeto de transformação social à Prefeitura de Cotia.

 

Em 2016 o MEC mapeou 178 instituições de ensino inovadoras e criativas do Brasil. Cotia concentra o maior número de casos por km2. Projeto Âncora, Kids Home e Colégio Viver. Neste mesmo mapeamento, a região da Grande Oeste se destaca pelo maior concentração de Escolas Inovadoras no Brasil: Educandário Dom Duarte (SP divisa com Cotia), Oca Escola Cultural e Casa Redonda (Carapicuiba), Pindorama ( Vargem Grande), Amorim Lima (Butantã).

 

Esta curiosa concentração de inovação em educacção já trás à região turismo pedagógico de todo o país, sendo o Projeto Âncora um grande pólo que também promove cursos e imersões numa educação alinhada às necessidades do século 21. O Projeto Âncora completou 22 anos em 2017 e já beneficiou diretamente mais de seis mil crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A ONG acredita na autonomia e na potencialidade dos sonhos de cada criança, família e das comunidades de aprendizagem na construção de uma Cidade Educadora  –  proposta inovadora de transformação social e cultural com a participação de toda sociedade.

 

Ao colocar significado prático aos conteúdos educativos, as Comunidades de Aprendizagem dizem respeito aos saberes e fazeres da cidade.  O Espaço educacional transborda e envolve o mundo no processo de formação de seus indivíduos. Os problemas de cada bairro são vivenciados cotidianamente e tratados como fontes infinitas de aprendizado. Uma Cidade Educadora é formada por muitas Comunidades de Aprendizagem. De 2014 a 2016 o Projeto Cidade Educadora Âncora foi subsidiado pela Petrobrás dando condições para a ONG oficializar esta prática.

 

A Prefeitura de Cotia procurou o Projeto Âncora para entender melhor esta proposta por meio do assessor Toninho Kalunga. Esta possível parceria já apresenta resultados concretos: A abertura da ONG para visitação de educadores da rede pública municipal e a indicação do vice prefeito Almir Rodrigues, com apoio logístico da Secretaria de Educação, à Missão Garatéa, de incentivo à ciência que, junto com a NASA, colégio Dante Alighieri, EMEF Perimetral em Paraisópolis, enviarão 3 trabalhos à Estação Espacial Internacional em 2018.

No dia 20 de setembro  foi apresentado à Prefeitura de Cotia o projeto piloto que convida as escolas municipais a se inspirarem nesta pedagogia a serviço do desenvolvimento social, na busca de um ensino público de qualidade e transformador, que leva em conta toda a comunidade educacional: da aprimoração profissional do servidor público à participação cidadã e pedagógica de todos os atores educacionais (pais, alunos, comunidade).

 

Neste dia estiveram presentes: André Vasques, secretário de educação (esq); José Lopes, secretário de governo; Clara Machline, tutora; Rafael Camargo, secretário de inovação e estratégia; Toninho Kalunga, articulador da ação, com seu filho Gabriel Sá; Valter Stoiani, conselheiro; Suzana de Camargo e Edilene Morikawa, coordenadoras; Regina Steurer, co-fundadora; Mastromario, secretário adjunto do desenvolvimento social; e Denis Plapler, educador e referência de inovação na área. O projeto Cotia Cidade Educadora também conta com a articulação e elaboração do Felipe Costa, Diretor do Projeto Âncora, e do sociólogo e educador Renato Moro.

O impacto social do Projeto Âncora cresce a cada semana. Nos últimos 5 anos, já recebeu mais de 10.000 educadores, chegando a 70 visitantes por semana.“Fazer a Ponte no Brasil”, curso on line que o Âncora promove, já formou mais de 1.300 pessoas nos últimos três anos consecutivos. De 2015 a 2017, O Âncora recebeu cerca de 60 instituições de ensino e profissionais interessados em educação para vivenciarem por 5 dias o cotidiano da Escola Projeto Âncora no programa Transformação Vivencial, onde educadores ocupam a hospedaria da entidade numa imersão intensa. A ONG também oferece visitas de uma manhã e vivências de um dia, além de fóruns temáticos pedagógicos, palestras e assessorias em todo o Brasil.

 

A escola é o equipamento público com maior perenidade no território, nenhuma outra ação do poder público atende diretamente mais pessoas que a educação. Ressignificar o papel da instituição escolar na comunidade através da interligação dos equipamentos do estado e dos espaços públicos não carece somente de um projeto educacional, mas sim de um projeto de governo, de comunidade, de cidade.

 

Para que este plano se torne real e potente o engajamento da rede municipal de educação é fundamental. Necessário que os professores reconheçam seu potencial transformador, enxerguem a necessidade de inovação no modelo pedagógico atual e aproveitem a oportunidade de fazer de Cotia uma Cidade Educadora para o mundo.

 

LaMínima apresenta à la Carte

Grupo dirigido pelo italiano Leris Colombaioni, descendente da famosa família de circo européia se apresenta no Projeto Âncora

julho 2017

Sem a utilização de um texto como base narrativa, mas através de um roteiro baseado em magias, técnicas circenses e números musicais, o Grupo LaMínima utiliza a arte do palhaço em prosaicos números de forte gestualidade.

O ofício do palhaço é formado por um conjunto de experiências muitas vezes contraditórias. Alguém só se torna palhaço em conseqüência de um trabalho constante, disciplinado e exaustivo. Em outros tempos, o palhaço exprimia a sátira à violência, à crueldade, à condenação da hipocrisia e da injustiça. E é isto que tentamos resgatar: o valor do palhaço como observador crítico do comportamento humano. Ele é um poeta da ação. Queremos que o público não deixe de desfrutar do prazer de rir de si próprio.

SINOPSE
Pela arte do circo e do palhaço

Na periferia de um subúrbio perdido no espaço e no tempo, duas pessoas convivem onde o conforto passa longe e a segurança desconhece o endereço. Por vezes percebe-se a existência de vida fora daquele ambiente devido a algumas interferências sonoras. Um deles mostra-se muito tenso, um feixe de nervos obrigado ao constante exercício do controle para não estourar, o que o torna o mais caprichoso dos dois. O outro, dono de uma lógica peculiar, de tão conformado beira a estupidez. Mas algo os une como a verdadeiros irmãos: a fome, quer seja ela de alimento, ou mesmo de dignidade, de poder. Neste terreno impreciso, onde da mesma fonte brota o alimento e a arma letal, a fantasia se mostra tão fundamental quanto o trigo na composição de um prato que possa saciar a fome, tanto das formigas quanto das cigarras. Até que seja novamente despertada.

2
FICHA TÉCNICA

Direção – Leris Colombaioni Roteiro – Paulo Rogério Lopes Elenco – Fernando Sampaio e Filipe Bregantim Direção de Atores – Carla Candiotto Cenografia – LaMínima Figurinos e adereços – Inês Sacay Iluminação e Assistente de Cenografia – Liu Koseki Trilha sonora – Domingos Montagner Operação de luz – Renata Fongaro Operação de som – Luana Alves Direção de Produção e Administração – Luciana Lima Produção Executiva – Priscila Cha Assistência Produção – Chai Rodrigues

Gênero do Espetáculo: Comédia Classificação Etária: Não Recomendado Para Menores de 8 Anos Tema: Convivência Conteúdo: Espetáculo de Palhaços Duração: 60 minutos

Apresentação Institucional

dezembro 2017

 

O Projeto Âncora é uma associação civil de Desenvolvimento Social, beneficente, filantrópica e cultural de fins não econômicos e não lucrativos, fundada em 23 de setembro de 1995 com o desafio de melhorar a realidade de crianças e adolescentes de baixa renda de Cotia e região, por meio de experiências educacionais, culturais, artísticas e esportivas que complementassem o ensino escolar, além de programas como creche, educação infantil, oficinas e cursos profissionalizantes.

A Instituição já beneficiou diretamente mais de seis mil crianças, adolescentes e suas famílias em situação de vulnerabilidade social em periferias dos municípios de Cotia, Osasco, Carapicuíba, São Paulo, Embu das Artes.

No ano de 2012, o Projeto Âncora inaugurou uma escola de ensino fundamental com uma inovadora filosofia educacional, inspirada na Escola da Ponte de Portugal, implantando um modelo organizacional de gestão democrática e uma reorganização das estruturas educativas tradicionais. A Escola Projeto Âncora, particular e gratuita, passou a somar-se ao trabalho já executado, possibilitando assim o atendimento integral de cerca de 180 crianças e jovens no ensino escolar e proporcionando diversas atividades complementares. Em 2017, a Instituição passou a oferecer também ensino médio e foi mapeada pelo MEC como uma das 178 instituições legais, inovadoras e criativas do Brasil.

Assim o Projeto Âncora, englobando desenvolvimento social e aprendizagem escolar básica, tem como objetivos contribuir à construção de cidadãos conscientes de suas capacidades para coletivamente formar uma sociedade justa, equilibrada e sustentável, a partir de uma prática educacional acolhedora e participativa.

A Instituição está instalada em terreno de 12.000 m² na cidade de Cotia, e dispõe de uma infraestrutura com salas de aprendizagem, laboratórios, quadra de esportes, circo, biblioteca, cozinhas, pista de skate, refeitório, hospedaria, assim como áreas verdes, arborizadas com frutíferas e uma horta.

Prêmios e reconhecimento

Nova e compartilhada em outras poucas escolas brasileiras, a metodologia utilizada no Projeto Âncora, onde a autonomia e a cidadania são pontos focais e a abolição de séries e aulas é uma realidade, tem sido tema em várias mídias, entre as quais estão:

Bom dia SP – Rede Globo; O Estado de São Paulo; Rede TV News ; porvir . Em 2016 foram reconhecidos pelo MEC como um dos 178 projetos de educação, inovadores e criativos no Brasil http://criatividade.mec.gov.br/projetoancora.

 

Já o InnoveEdu elegeu a instituição como uma das 96 experiências educacionais pelo planeta que apresentam soluções atuais de desenvolvimento humano, com curadoria do: Porvir(Brasil), Edsurge (Estados Unidos), Innovation Unit (Reino Unido) e WISE (Catar).http://innoveedu.org/pt/escola-do-projeto-ancora.

 

Em 2016 a o Projeto Âncora foi reportado na série documental da Tv Futura- Destino: Educação-Escolas inovadoras, como uma das doze instituições de ensino espalhadas pelo mundo e inseridas em contextos diferentes reinventando suas práticas pedagógicas, currículo escolar, infraestrutura, entre outros aspectos, para motivar uma aprendizagem mais dinâmica, conectada com seu entorno e próxima da realidade dos estudantes. O Projeto Âncora foi a pauta que iniciou a série. Neste link o episódio na íntegra: Destino: Educação – Escolas Inovadoras – ep1

 

Auditados pela PWC, contam com mantenedores, patrocinadores e colaboradores financeiros que acreditam nessa causa: transformar a sociedade por meio da promoção social, educação e cultura, oferecendo aos educandos conhecimento e capacidade para protagonizar mudanças em sua condição social e econômica, sendo agentes de mudança em seus núcleos familiares e na comunidade, contribuindo para que Cotia se torne uma Cidade Educadora.

 

Para saber mais confira nosso relatório anual: relatorio 2015

Com relação ao seu modelo organizacional e às suas práticas educacionais, o Projeto Âncora possui alguns marcos e diferenciais, conforme exposto nos itens a seguir:

 

Grupos de responsabilidade:

Os grupos de responsabilidade são formados por alunos, funcionários e professores da Instituição e voluntários que tem a atribuição de cuidar de necessidades específicas e de interesse da coletividade, baseando-se num projeto de trabalho. São diversos grupos, tais como grupo de recepção dos visitantes, grupo de comunicação, grupo da água, da horta, do jardim, dos computadores, da alimentação, da higienização, do bullying, entre outros.

 

Com esse dispositivo, os educandos participam da gestão da escola, opinam e decidem sobre o planejamento e execução de tarefas, assim como desenvolvem um olhar mais cuidadoso sobre o ambiente onde vivem.

 

Comunidades de aprendizagem e Cidade Educadora

 

Colocar significado prático aos conteúdos educativos é a vocação das Comunidades de Aprendizagem que dizem respeito aos saberes e fazeres da cidade a serviço do aprendizado das crianças. Assim, o espaço educacional transborda do prédio escolar e envolve o mundo no processo de formação.

 

Os problemas de cada bairro, vivenciado cotidianamente, são fontes infinitas de aprendizado significativo. Por que o rio transborda trazendo lixo? De onde ele vem? Pra aonde ele vai? Qual é sua extensão? Assim se aprende geografia, história, português, empreendedorismo, sociabilidade, política pública e outras tantas coisas que vão além do currículo obrigatório das escolas. Coisas que fazem sentido e por isso são de fato aprendidas e apreendidas.

 

As Comunidades de Aprendizagem propõem  uma transformação social e cultural que envolve educandos, educadores, pais e cidadãos locais na construção de um projeto educativo e cultural, mas também social e de cidadania para a construção de um outro modelo de mundo e de ser humano.

 

“Comunidades de Aprendizagem são práxis comunitárias baseadas em um modelo educacional gerador de desenvolvimento sustentável. É a expansão da prática educacional de uma instituição escolar para além de seus muros, envolvendo ativamente a comunidade na consolidação de uma sociedade participativa.” Prof. José Pacheco

 

O Projeto Cidade Educadora Âncora, em parceria com a Petrobras desde 2014, traz o conceito de Comunidade de Aprendizagem para prática cotidiana.

 

O conceito de Cidade Educadora entende a cidade inteira como um território educativo. Com todos os seus espaços e personagens funcionando como agentes pedagógicos, educando continuamente todos os cidadãos em uma relação dialógica entre espaço, tempo e indivíduos, e em processo perene de formação e transformação, para além da idade escolar e do espaço da escola.

 

O embrião da Cidade Educadora nasce no Projeto Âncora a partir do sonho ou problema trazido pela criança. Este sonho ou problema sempre tem relação com a comunidade em que a criança vive.

 

Dentro do Âncora, com o auxílio dos educadores, tendo o apoio do currículo nacional e dentro dos valores que regem a entidade, o projeto da criança começa a ser desenvolvido com pesquisas dentro da escola e no local físico onde ocorre o problema ou onde se realizará o sonho.

 

A criança com seus educadores ocupam o território da cidade para aprender com os espaços, as instituições e as pessoas. Os projetos de aprendizagem transformam pessoas, que transformam as comunidades, que transformam as cidades.

Valorização da arte e das relações sociais

Um dos símbolos do Projeto Âncora é o Circo Teatro Escola Vagalume, um lugar do encontro, um espaço aberto à comunidade, ou seja, a praça da Cidade Âncora. Nesse espaço são realizadas diversas atividades como espetáculos de circo, teatro, saraus comunitários, encontros de sociedade civil organizada, exibição de filmes, rodas de conversa, eventos, shows, entre outros.

O circo foi a primeira construção do Âncora em 1996. O Circo-Escola é o coração da entidade, sendo o ícone da instituição e por meio de vários movimentos comunitários como o “ÔKupa Âncora”, “Crowdfunding Kickante” e “ Cidades em Transição”, o circo pretende ser em 2017, um Centro Cultural Comunitário, numa cidade carente de espaços artísticos e culturais.

Potencial multiplicador de saberes e práticas pedagógicas

Devido à sua metodologia inovadora e ao amplo reconhecimento da Instituição, o Projeto Âncora recebe visitantes de todo o Brasil, educadores de escolas públicas, privadas, universidades ou ligados às Secretarias de Educação, interessados em conhecer e vivenciar sua prática pedagógica.

Para isso, a Instituição dispõe de programas de imersão in loco, o programa “Um dia no Âncora”, que consiste numa vivência de um dia que já recebeu mais de 4.000 educadores, chegando a 70 visitantes por semana, e o programa “Transformação Vivencial”, uma imersão de uma semana na Instituição e posterior acompanhamento à distância, durante um ano, por sua equipe de educadores. Também oferece vivência de um dia, cursos on line e curso de extensão junto com o Instituto Singularidades.

A equipe também é contratada para ministrar palestras e conduzir rodas de conversa em Prefeituras e instituições culturais e de ensino como: SESCs, SESCOOP, Universidade Anhembi Morumbi, Instituo Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, Secretaria de Educação de Tapes, Tiradentes, Águas de Lindoya, entre outros.

Desta forma, a Instituição propicia uma práxis formativa que inspira os educadores para a construção de novos caminhos na educação, o que representa o atendimento indireto a milhares de crianças e jovens de todo o país.

 

Uma nova educação para uma nova sociedade

maio de 2018

O descontentamento com a educação tradicional é assunto mundial. Iniciativas que rompem velhos paradigmas surgem nos quatro cantos do planeta. Mas como fazer esta transição? Como inovar de maneira que atenda toda a comunidade escolar? Como aplicar inovações que não sejam apenas tecnológicas?

Para o Âncora, cada criança é um indivíduo único e deve ser tratado como tal. Não nos interessam as padronizações escolares convencionais de idade, séries, gênero. O que nos importa são os interesses do educando, suas necessidades, descobrir e encorajar suas aptidões e potencialidades, respeitando sempre sua história e sua cultura. Visamos o aprender sem paredes no convívio com os outros.  O Projeto Âncora transborda a tradicional relação hierárquica entre mestre e discípulo. O aprender se faz junto, na troca de experiências, de ideias, de gostos e de sonhos. Como meta tem-se o desenvolvimento da autonomia – a do educando e a dos educadores.

Foi em 23 de setembro de 1995 que o casal Regina e Walter Steurer fundaram o Projeto Âncora como uma associação civil de Desenvolvimento Social, de fins não lucrativos, com o desafio de melhorar a realidade de crianças e adolescentes de baixa renda de Cotia e região. Até 2012, o Âncora atendia o contra turno escolar e oferecia oficinas, cursos profissionalizantes, creche e Encontros de Educação. Nestes encontros o professor José Pacheco, fundador da Escola da Ponte em Portugal, trouxe a possibilidade do antigo sonho do casal de ampliar a atuação da ONG para uma escola de ensino formal, mas nada convencional. O antigo sonho foi realizado: a Escola Projeto Âncora nasceu em 2012, logo após o falecimento Walter Steurer.

Por meio dessa unidade, particular e gratuita, somada ao trabalho já exercido na instituição, tornou-se possível guiar integralmente jovens e crianças com o centro de educação infantil, ensino fundamental I e II, ensino médio além das diversas oficinas e dinâmicas que envolvem atividades físicas, arte, cultura, yoga, circo, meditação, psicologia, nutrição, música ,dança, culinária, marcenaria, mediação de conflitos, sustentabilidade, formação política, saídas pedagógicas e desenvolvimento humano.

 

A Instituição está instalada em terreno de 12.000 m² e dispõe de uma infraestrutura com salas de aprendizagem, laboratórios, quadra de esportes, circo, biblioteca, cozinhas, pista de skate, refeitório, hospedaria, assim como áreas verdes, arborizadas com frutíferas e hortas.

O Âncora, já recebeu cerca de 13.000 visitantes desde 2012 nos programas de Transformação Vivencial, havendo possibilidades de imersões de uma manhã, um dia e cinco dias. Este reconhecimento nos inseriu em impactantes mapeamentos:

Em 2016 fomos reconhecidos pelo MEC como um dos 178 projetos de educação,  inovadores e criativos no Brasil. Já o InnoveEdu nos elegeu uma das 96 experiências educacionais pelo planeta que apresentam soluções atuais de desenvolvimento humano, com curadoria do: Porvir(Brasil), Edsurge (Estados Unidos), Innovation Unit (Reino Unido) e WISE(Catar). Em 2016 fomos reportados na série documental da Tv Futura- Destino: Educação-Escolas inovadoras, como uma das doze instituições de ensino espalhadas pelo mundo e inseridas na reinvenção das práticas pedagógicas. O Projeto Âncora foi a pauta que iniciou a série. Em 2017 nossa ONG foi eleita uma entre as 100 melhores do Brasil em transparência e gestão, conforme Revista Época e Instituto Doar.

Em 2018, a novidade é integramos a rede de Escolas Transformadoras, uma iniciativa da Ashoka e correalizada no Brasil pelo Instituto Alana, ocorrendo em 34 países, mapeando 21 escolas brasileiras e 300 pelo mundo. Estar nesta rede transformadora, fortalece a realidade de que uma educação do século 19, proferida por educadores do século 20 para seres humanos do século 21, pede renovação já.

As crianças estão prontas para isto. Será que os educadores estão?

E assim seguimos em rede e deixando mais perguntas do que respostas, mais inspiração e menos modelos.

 

 

Ôkupa Âncora:

1 Ano de Ações e Inovações Boas, Bonitas e Verdadeiras

Outubro 2016

 

Nascido há um ano como “Bom, Bonito e Verdadeiro”, como uma iniciativa voltada para a ocup-ação do Projeto Âncora, não só de fora para dentro – ou seja com a comunidade de aprendizagem do Âncora ocupando esses “espaços-tempos” -, como do Âncora para o mundo, o Ôkupa Âncora completa no final deste mês, um ano de hiper-atividades!

 

O “Ôkupa” – como é carinhosamente chamado – constitui-se de um espaço riquíssimo de interações, envolvendo um circo, a escola, mais de 170 crianças que já “ocupam o Âncora” em tempo integral, espaços multi-usos, mais vários educadores e funcionários, mães, pais, responsáveis e toda a comunidade Âncora, todos juntos e misturados também aos 70 visitantes semanais do Projeto, além de voluntários e interessados em um educ-ação efetivamente trans-formadora, visando uma sociedade mais justa e humanizada.

 

As ações empreendidas pelo grupo vão desde planejamento, mão na massa e realização de eventos colaborativos e de celebrações (feiras de troca culturais, espetáculos teatrais e circenses com as crianças e comunidades, festa do 21o Aniversário do Projeto Âncora e outras iniciativas voltadas à constituição e fortalecimento da “Cidade Educadora Âncora”, objeto de um patrocínio de 4 anos pelo Programa Petrobras Socioambiental), até oficinas pagas ou gratuitas oferecidas pela comunidade e parceiros do Âncora (cursos de ioga ou de circo, eventos culturais e de fortalecimento de relações, projetos para aumentar a capilaridade ou a conectividade, seja com as comunidades atendidas e já envolvidas e engajadas nos processos educativos da “Cidade Educadora Âncora” – também envolvendo outros projetos e iniciativas existentes em Cotia/SP e região).

 

Tudo isso, se dando por meio de iniciativas que possam gerar rendas para todos os seus participantes, de maneira criativa, colaborativa e compartilhada, gerando um ecossistema de “empreendizagens” que possam se realizar em termos de fluxos – a grande “Fluxonomia 4D” – e de geração de novas práticas e conceitos de vida e atuação em sociedade!

 

Exemplos de atividades e outras iniciativas em ideação e passíveis de serem desenvolvidas abarcam desde oficinas de mosaicos, com mães da comunidade elaborando e criando painéis para organizações e instituições que encomendam esse tipo de trabalho (painéis para igrejas, para prefeituras – como o painel sobre o jornalista Vladimir (“Vlado”) Herzog, entre outros), até diversas iniciativas como feiras de trocas, cinema no circo, Saraus,  conversas e rodas de diálogo com crianças e educadores de projetos parceiros da região (Casa Redonda, Escola Viver, Escola Micael, além de movimentos como o Transition Towns da Granja Viana), entre outras, até a possibilidade de estender esses processos para a Vila Madalena e outras regiões em São Paulo, que queiram realizar esse intercâmbio de vivências, saberes e novas formas de atuar e de conviver em “comunidades de aprendizagem”…

 

Tendo em vista o “Dia do Saci”, criado em compensação às comemorações do dia do Halloween, a serem comemorados no próximo dia 30 de outubro, o Ôkupa celebrará este 1 ano de atividades, completado logo em seguida ao 21o Aniversario do Projeto Âncora, celebrado agora em setembro deste ano, o que se vislumbra é que o Ôkupa ainda “ocupará” muitos espaços, tanto de ações e celebrações necessárias, como também de impulsos a reflexões e interações com outras iniciativas e projetos, que possam levar à sustentação dessas redes de colaborações entre diversas “comunidades de aprendizagem” (locais ou regionais) e um projeto de sociedade mais includente, solidária, humanizada, ética e justa para tod@s!

 

Feliz maioridade ao Projeto Âncora e nossa Cidade Educadora, de Cotia para o mundo, e comemoremos bastante o primeiro, mas também muitos outros anos de evolução e crescimento de movimentos como os “Ôkupa todos os lugares (inclusive o Âncora)” – e nossos corações e mentes (com suas “cor-agens” e “se-mentes”)!

Circo-Teatro de Variedades no Projeto Âncora

Companhia Piccolo faz residência no Projeto Âncora com apresentação gratuita dia 15/07

Junho 2016

O Projeto Ancora nasceu em 23 de setembro 1995, com o desafio de melhorar a realidade de crianças e adolescentes de Cotia e região, por meio de atividades educativas. Atualmente funciona, além da Associação Civil de Desenvolvimento Social uma escola inspirada na Escola da Ponte com selo de Inovação em Educação mapeado pelo MEC e prestigiada mundialmente.

O projeto tem como objetivos desenvolver cidadãos conscientes de suas capacidades para construir coletivamente uma sociedade justa, equilibrada e sustentável a partir de uma prática educacional acolhedora e participativa que possibilite a todas as pessoas serem felizes, sábias, cooperativas e autônomas.

Em julho receberão a Companhia Piccolo Circo Teatro de Variedades para a realização de uma residência artística entre os dias 11 e 15 de julho de 2016.

A proposta desta residência é compartilhar uma semana de ensaios da companhia durante a fase de criação da Rádio Piccolo, uma ação interativa entre a platéia e os artistas que visa dar voz e corpo as informações que fazem parte do cotidiano da companhia e do dia a dia da Ong/escola. O Projeto Ancora conta com uma lona de circo e 11.000m2 de espaços de aprendizagem. A possibilidade de convívio com uma trupe profissional durante um processo criativo vem a engrandecer os esforços da instituição na formação artística e cidadã.

A residência terá como finalização a apresentação do espetáculo Piccolo Circo Teatro de Variedades com a participação dos aprendizes do Âncora no Rádio Piccolo e será aberto a toda a comunidade gratuitamente.

Piccolo Circo-Teatro de Variedades apresenta um espetáculo ingênuo e poético, em formato clássico de variedades, realizado por uma pequena e prestigiada companhia circense, tipicamente brasileira. Uma bailarina, uma trapezista, um homem forte, um apresentador, uma dupla de palhaços e de músicos integram o elenco deste pequeno circo. No programa musical, valsa, choro, maxixe e blues – ritmos muito apreciados no início do século, e hoje.

Serviço: Piccolo – Teatro de Variedades

Espetáculo gratuito e aberto – Estrada Municipal Walter Steurer, 1239 – Cotia SP

Das 17h às 18h30

Pausa para pipoca e afins em prol ao Projeto de intercâmbio do Âncora.

Informações: 11 4612 99 66 – anapaula@projetoancora.org.br / www.projetoancora.org.br

 

Circo Zanni

Espetáculos e Oficinas

Junho 2016

Circo Zanni realiza pela primeira vez uma curta temporada na região de Cotia, na lona de circo do Projeto Âncora.

 

O Circo Zanni foi criado em 2004 por Isabella Mucci, Fernando Sampaio, Domingos Montagner, Marcelo Lujan, Pablo Nordio, Luciana Menin, Erica Stoppel, Maíra Campos e Daniel Pedro, artistas circenses com formação e características diversificadas.

 

Praticamente todos os integrantes do grupo residem na região de Cotia e Embú das Artes, além de ter o seu galpão sede que abriga atividades de criação e treinamento também na região. No entanto nunca houve uma oportunidade de realizar espetáculos por aqui o que está sendo possível agora através da parceria com o Projeto Âncora, que tem no coração de seu terreno uma lona de circo.

 

Serão 3 dias de espetáculo e na semana seguinte os integrantes do Circo Zanni realizarão uma oficina que abordará as seguintes habilidades: malabarismo, palhaçaria e comicidade física, técnicas de aéreo (trapézio e corda indiana), parada de mão e base acrobática.

 

O Circo Zanni surgiu com o intuito de resgatar a importância dos espetáculos de circo apresentados na lona em centros urbanos. O novo espetáculo do Circo Zanni dentro da lona de circo, resgata a magia e a tradição do espetáculo circense reinventado com excelência para o público das cidades por onde ele tem passado.

 

 

Circo Zanni – O Espetáculo

O Circo Zanni é um espetáculo de variedades, que reúne o que há de melhor dos artistas que integram a companhia, formada por diferentes grupos circenses atuantes na cidade de São Paulo. Na produção deste show, são 8 sócios integrantes do circo e 3 artistas convidados. O espetáculo de 60 minutos tem a direção artística de Domingos Montagner e direção musical de Marcelo Lujan.

Em 2015 quando completou 12 anos de trabalho, o Circo Zanni, dando continuidade a sua pesquisa artística, criou um novo cenário, números inéditos, além de  realizar a releitura de alguns de seus números mais simbólicos, inaugurando assim um novo ciclo de trabalho para a companhia.

O Circo Zanni apresenta aos espectadores os seus números mais simbólicos, além de novas criações da companhia. Com cenários e figurinos reformulados, o espetáculo conta com números aéreos, de acrobacia, equilíbrio e magia, além, é claro, dos números de palhaço.

A banda formada por todo elenco é um dos grandes destaques do show, uma vez que imprimem o ritmo das cenas, executam ao vivo as músicas de todos os números, pontuam as gags e reforçam as piadas, permanecendo todo o tempo em cena.

Elegância, romantismo, humor, citações, paródias e auto-ironia são aspectos presentes no novo espetáculo, que aprofunda a ideia do Zanni de tratar o circo como sua casa. O novo cenário nada mais é que uma casa aberta a visão do público, cujo palco é sua extensão, o seu quintal.

A dinâmica do espetáculo é completamente nova, na qual a rigidez da técnica é atenuada pela conversa entre amigos, inspirados pelo prazer e privilégio de oferecer sua arte circense dentro de suas casa. De forma simples, esses circenses contemporâneos celebram a convivência com a Arte em seu cotidiano.

 

Ficha Técnica

CONCEPÇÃO E DIREÇÃO ARTÍSTICA

Domingos Montagner e Marcelo Lujan

DIREÇÃO MUSICAL

Marcelo Lujan

CENARIO E FIGURINO

Dani Garcia

DIREÇÃO TÉCNICA

Pablo Nordio

PRODUÇÃO DE MONTAGEM

Daniel Pedro

ELENCO

Daniel Pedro, Erica Stoppel, Fernando Sampaio, Luciana Menin, Maíra Campos, Marcelo Lujan, Pablo Nordio.

CONVIDADOS

Filipe Bregantim, Fernando Paz, Nereu Afonso, Daniela Rocha.

PRODUÇÃO

Márcia Nunes

 

 

Serviço – Espetáculo

 

Datas: 07, 08 e 09 de julho

Horários: Sexta às 20h. Sab e Dom com sessões duplas às 16h e 19h

Local:  Est. Municipal Walter Steurer, 1239 – Jardim Rebelato, Cotia – SP, 06710-500

Ingressos: R$50,00 (inteira) R$ 25,00 (meia)

Os ingressos serão adquiridos no local, a bilheteria abrirá 01 hora antes de cada sessão.

Classificação: Livre

 

Serviço – Oficina

Datas: de 10 a 14 de julho

Horário: 16h às 19h

Valor R$ 250,00 (todos os dias) ou R$ 80,00 (aula avulsa)

Inscrições: através do email zanninoancora@gmail.com

 

Público Alvo: Iniciantes e iniciados nas artes circenses a partir de 14 anos

 

O Brasil que doa

agosto 2016

 

Brasileiros são conhecidos pela hospitalidade, afetividade, festividades, mas como se comportam os brasileiros quando o tema é Solidariedade?  O nosso país absorveu o “Black Fryday”, mas por que não incorporou o “Thanksgiving”?  Em recente e pioneira pesquisa sobre a cultura doação no Brasil, nos deparamos com o perfil da filantropia no país.

Os dados obtidos são bem interessantes, como constatação de que 77% da população praticou algum tipo de doação ao longo de 2015 e que o hábito de doar faz parte da vida do brasileiro regularmente. Mesmo estando muito aquém dos países com a cultura de doação arraigada, já temos bons motivos para comemorar. Outros dados animadores é que o montante das doações no país somou R$ 13,7 bilhões, equivalente a 0,23 do PIB nacional. Nos Estados Unidos o valor de doações de pessoas físicas é de 330 bilhões.

Quem é este doador em potencial? Mulheres de nível superior que frequentam alguma instituição religiosa e com renda superior a 4 salários mínimos.

Curioso quando se faz uma busca de imagens pelo Google com a palavra doação, aparece corações, roupas, bancos de sangue,  alimentos, mãos unidas, entre outros. Quando se faz a mesma busca em inglês “donation” aparecem cofres e moedas. Esta simbólica busca demonstra a ideia de doação do brasileiro. A Cultura de doação está crescendo, mas ainda há muito terreno a ser expandido.

Este tema vem ganhando destaque no Brasil no último ano. A corajosa decisão de Elie Horn, dono da Cyrela, de se juntar ao movimento Giving Pledge e se comprometer a doar 60% de sua fortuna em vida é um maravilhoso exemplo para indivíduos detentores de grandes fortunas no país. Em recente entrevista a Época negócios Elie Horn, que mantém sigilo dos contemplados pelo investimento social, afirma: “No começo, pensava muito na questão da pobreza. Depois comecei a pensar que se a gente aproximasse as pessoas de Deus não haveria estupro, nem assassinatos. Portanto, a formação moral é fundamental. O mundo educado, o mundo moral, é o mundo que não tem mal. Ou, diante dele, o mal diminui de forma bastante rápida. Por isso, em primeiro lugar, hoje invisto na educação moral. Aí está o futuro.”

O que motivou Elie Horn a fazer a imensa doação é o engajamento na causa. Validamos o que no nosso ponto de vista fará o mundo um lugar melhor para se viver. Validamos a melhora de pessoas para a construção de um novo mundo. O ponto é que sempre podemos enquanto cidadãos e empresários melhorar a nós mesmos, sermos inspiração em nossas empresas, nos posicionando a favor de causas que nos fazem sentido.  Os dados da Doação Brasil comprovam que 89% dos doadores, o fazem pelo simples fato do sentir-se bem ao doar e 80% afirmou que ajudou por ser sensibilizado com a causa.

No ato da doação todos os envolvidos ganham. Transformar realidades dos menos favorecidos é muito possível, distribuir a renda é emergencial para construção de um país mais justo, sábio e menos violento. Basta um pequeno deslocamento da zona de conforto. Se queremos ver a mudança fora, precisamoscomeçar com uma mudança interna.  Maneiras são inúmeras: Incentivo fiscais, doações mensais, voluntariado, gincanas de arrecadação de alimentos e o que mais a sua boa vontade criar. Não há limites.

A análise dos resultados da Pesquisa Doação Brasil está apenas começando e já aponta caminhos para alavancar esta cultura no Brasil. O relatório final da Pesquisa será lançando no V Fórum Brasileiro de Filantropos e Investidores Sociais, que vai acontecer no dia 6 de outubro.

.

Projeto Âncora e parceiros promovem cursos de educação transformadora

fevereiro 2018

 

A Escola Projeto Âncora, referência mundial em inovação em educação, desde 2013 promove multiplicação de conhecimento por meio de cursos on-line, vivências, palestras e imersões que possibilitam aos participantes mergulharem por caminhos pouco percorridos na construção de novas maneiras de aprendizagem e de entendimento do universo escolar.

O descontentamento com a educação tradicional é assunto mundial. A Finlândia já tirou aulas e provas do currículo das escolas, iniciativas que rompem velhos paradigmas surgem nos quatro cantos do planeta. Mas como fazer esta transição? Como inovar de maneira que atenda toda a comunidade escolar?

Estas perguntas e muitas outras podem ser respondidas pela equipe do Projeto Âncora e parceiros em quatro iniciativas onde os recursos são destinados para a ONG que atende 180 crianças, gratuitamente, oferecendo período integral, numa escola particular e gratuita, mantida pela Assistência Social, Incentivos Fiscais, Doações e multiplicação de saberes e tecnologia em inovação:

“Fazer a Ponte no Brasil”

Ao unir as experiências transformadoras do Professor, consultor e palestrante José Pacheco, com os educadores da Escola Projeto Âncora e a coordenação digital e comprometida do professor Wilson Azevedo da Aquifolium o “Fazer a Ponte no Brasil” já formou mais de 1.300 pessoas nos últimos três anos consecutivos. Motivados pela Escola da Ponte em Portugal, fundada pelo professor José Pacheco e que se tornou mais conhecida a partir do livro de Rubem Alves (“A Escola Com que Sempre Sonhei Sem Imaginar que Pudesse Existir”), muitos educadores têm procurado inovar em suas escolas, buscando aplicar no Brasil algumas das ideias e práticas ali adotadas.

 

O curso FAZER A PONTE NO BRASIL, em sua quarta edição, oferece a oportunidade de conhecer melhor a experiência a partir da Escola Projeto Âncora, também inspirada na Escola da Ponte, também co-fundada pelo professor José Pacheco, traduzindo para realidade brasileira a escola dos sonhos de Rubens Alves.

 

O curso é inteiramente on-line e sem horas marcadas, promovendo intensa interação e contribuindo para formação de comunidades virtuais de aprendizagem colaborativa. Os participantes terão seus endereços eletrônicos colocados em um sistema de conferência eletrônica via e-mail com interface web, onde haverá trocas diárias com os coordenadores do curso e educadores envolvidos.

O curso tem 30 horas-aula de carga horária e 15 dias úteis de duração. Recomendamos que o aluno separe um horário diário para dedicar-se à leitura dos textos e das mensagens distribuídas pelo sistema de conferência eletrônica.

De 13 a 31 de março: Descontos para os primeiros inscritos

Acesse o link: Fazer a Ponte no Brasil

Autonomia na construção da prática educativa

Autonomia vem do grego e significa autogoverno, governar-se a si próprio. Nessa direção, uma escola autônoma é aquela que governa a si própria. No âmbito da educação, o debate moderno em torno do tema remonta ao processo dialógico de ensinar que preconiza a capacidade do educando de buscar resposta às suas próprias perguntas, exercitando, portanto, sua formação autônoma.

 

O projeto Âncora e o Instituto Singularidades oferecem, em uma parceria inédita, no primeiro semestre de 2017, o curso de extensão “Autonomia na Construção da Prática Educativa”. Nessa parceria, o Projeto Âncora, que é um espaço de aprendizagem, prática e de multiplicação da cidadania no âmbito da Educação Básica e o Instituto Singularidades, que tem como valor a  ressignifição  do papel essencial do professor e da educação na sociedade, se unem para discutir o papel da autonomia na educação.

 

Os educadores têm, na atualidade, a importante missão de formar alunos autônomos, com capacidade de usar seu senso crítico para contribuir de modo positivo e construtivo para a sociedade em que vivem. Mas para promover essa educação autônoma é preciso que o professor também pleiteie e desenvolva sua autonomia em sala de aula. Nesse sentido, o objetivo deste curso é desencadear a transformação pessoal do educador na busca de autonomia na prática pedagógica, visando a reconfiguração de suas práticas educativas.

 

Quando? Domingos: (Singularidades) Início: 19/03, 02 e 23/04 e 21/05, das 9h às 16h.

Segundas: (Âncora) Início: 20/03, 03 e 24/04 e 22/05, das 7h20 às 16h20.

 

Inscrições: http://institutosingularidades.edu.br/novoportal/produto/autonomia-na-construcao-da-pratica-educativa/

 

Vivência Transformadora I:

Ao acreditar que a aprendizagem vivencial é uma maneira assertiva, profunda e duradoura de adquirir conhecimento, a Escola Projeto Âncora lançou em 2014 os programas de Transformação Vivencial.

Durante cinco dias, os participantes “moram” na hospedaria do Projeto Âncora, que comporta até 6 pessoas. Se o grupo for maior, ainda há possibilidade de se hospedarem em casas dos membros e famílias do Projeto, caracterizando as “Comunidades de Aprendizagem” que a Ong/escola desenvolve.

Os participantes fazem a imersão nas atividades cotidianas do Projeto Âncora, desde as 7h20 até o final do dia. Acompanham a dinâmica dos trabalhos da escola, através de uma programação que garante uma rica vivência junto aos educandos e educadores. Faz parte da vivência reuniões com os educadores para reflexões, trocas, esclarecimento de dúvidas, entre outras necessidades do participante.

O investimento é de R$2500,00 (dois mil e quinhentos reais) por pessoa. Incluso está, além do atendimento e vivência, hospedagem no Âncora, lanche da manhã, almoço e lanche da tarde.

Além de estar entre os 178 projetos eleitos pelo MEC como exemplos de inovação e criatividade, a ONG/Escola Projeto Âncora foi propulsora de vários projetos selecionados por esta iniciativa e que fizeram a imersão de Transformação Vivencial, como o Colégio Santos Dumont no Rio de Janeiro, Escola Nossa senhora do Carmo em Pernambuco, Escola Municipal Luiz Barbosa em Atibaia(SP), Escola Municipal Luiz Barbosa no Ceará, Escola Municipal João Pio em Tiradentes, entre outras.

Quanto mais multiplicadores de novas práticas pedagógicas, maiores são as chances de inovação em políticas na construção de escolas públicas autônomas e na formação de cidadãos mais felizes, sábios e participativos. Para maiores informações enviar e mail para: csmalidu@gmail.com

 

 Um dia no Âncora:

A imersão de um dia, possibilita um mergulho mais aprofundado na Escola Projeto Âncora. A Vivência terá início às 8h30 e término às 16h. No primeiro momento do dia, os participantes terão a oportunidade de visitar os espaços e perceber como se dá a aprendizagem nas relações humanas numa perspectiva de educação inovadora. Num segundo momento, participarão de uma roda de conversa mediada por educadores da escola para esclarecerem dúvidas, trocar experiências e para melhor compreender a proposta pedagógica da nossa Escola. Cada participante contribuirá com o valor de R$ 280,00 (inclusos neste valor os lanches da manhã e tarde e o almoço). Todo o dinheiro será revertido para o Projeto Âncora.

08/03, 15/03, 22/03, 29/03, 05/04, 12/04, 19/04 e 26/04
(todas as datas são quartas-feiras)

Para participar, basta responder um e mail para joao@projetoancora.org.br e encaminharemos a ficha de inscrição.

 

Informações para imprensa

Ana Alcantara

11 99913 87 20 / 11 4612 99 66

 

“Curtas de Animação” leva a arte de fazer desenho animado ao Projeto Âncora, em Cotia

março 2018

Projeto cultural com oficinas do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas tem

apoio  do ProAC/ICMS e patrocínio da Day Brasil

 

 Com mais de 40 anos de atuação, e mais de 2500 oficinas no currículo por todo Brasil e vários países do exterior, o Núcleo de Cinema de Animação de Campinas chega a Cotia com o projeto cultural “Curtas de Animação – 2ª edição”.

 

Entre os dias 26 a 30 de março, será realizada uma oficina de animação com 15 alunos do Projeto Âncora, Associação Civil de Desenvolvimento Social voltada a crianças e adolescentes de baixa renda de Cotia e região, que oferece atividades educacionais, culturais, artísticas, além de ser referência internacional em inovação em educação. No Âncora funciona uma escola que rompe com os padrões tradicionais, sendo reconhecida pelo MEC entre as 178 escolas inovadoras e criativas do Brasil.

 

Os alunos vão empregar a técnica do desenho animado em papel, para produção de um curta-metragem de autoria coletiva. “O grupo, selecionado pelos educadores, será o responsável por todas as etapas da construção do filme, ou seja, desde o roteiro, os desenhos, que serão feitos nas mesas de luz, passando pela etapa de digitalização e finalização”, explica Mauricio Squarisi, co-diretor do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas. “Nossa maior preocupação nas oficinas, sejam para crianças ou adultos, é estimular os alunos a encontrarem sua identidade gráfica, seu traço próprio, sem modismos, pois é aí que reside a verdadeira identidade do artista”, comenta Wilson Lazaretti, que também dirige o Núcleo.

 

“Curtas de Animação – 2ª edição” é um projeto do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas  em parceria com a Direção Cultura, com apoio do Programa de Ação Cultural – ProAC/ICMS e patrocínio da da Day Brasil. Em março, o projeto também passou por Campinas e Hortolândia, com patrocínio da ArcelorMittal Gonvarri.

 

Sobre o Núcleo de Cinema de Animação de Campinas

Com direção dos animadores Wilzon Lazaretti e Maurício Squarisi, o Núcleo já tem mais de 40 anos de estrada. Além das obras autorais de cada diretor, tem forte atuação no ensino, pesquisa e divulgação de técnicas de animação, através da realização de oficinas. Até hoje, já foram realizadas mais de 2500, na maioria dos estados brasileiros, desde o Amapá até o Rio Grande do Sul, e em diversos países, como Estados Unidos, Portugal, Dinamarca, Moçambique, Argentina, Croácia, Suécia, entre vários outros.

 

Em 2017, chegaram aos cinemas os dois primeiros longa-metragens produzidos pelo Núcleo. “História Antes de uma História”, de Wilson Lazaretti, e “Café, um dedo de Prosa”, de Maurício Squarisi. Entre obras autorais e produzidas em oficinas, já são mais de 300 filmes, o que situa o Núcleo de Animação de Campinas como um importante e dos mais atuantes polos de produção no segmento no país.

 

Sobre a Direção Cultura

Há 18 anos, a Direção Cultura presta consultoria e desenvolve projetos culturais, sociais e esportivos em parceria com empresas, artistas, ONGs e órgãos públicos. Aliados a ações de responsabilidade social, educação, meio ambiente e cidadania, desenvolve projetos que alcançam diversos públicos e promovem o desenvolvimento com resultados efetivos e transparentes.

 

Sobre a Day Brasil

Desde 1967, Day Brasil tem na inovação o seu grande segredo, presente nos produtos de todas as suas marcas próprias, para os mercados de comunicação visual, refrigeração, arquitetura e construção e impressão digital, entre outros.

 

Sobre a ArcelorMittal Gonvarri Brasil 

Constituída no ano de 2008 após a formação de uma joint venture entre a ArcelorMittal, maior fabricante de aço e uma das principais produtoras de minério de ferro do mundo, e a Gonvarri Steel Services, empresa líder global na transformação de aço e alumínio no mundo.

 

Dia das mães e integração familiar

março 2016

Programas que unem entretenimento para toda a família costumam agradar as mães de todo o mundo. Neste domingo, driblando a data comercial, o grupo do “Desenvolvimento” da escola do Projeto Âncora, propõe uma tarde diferente, solidária e criativa de integração familiar.

 

Após o almoço da família, zarpe para Âncora com toda a turma para assistir apresentações artísticas das crianças, visitar o brechó com oportunidades incríveis, cortar o cabelo, comer gostosuras, beber saúde e até dançar na “baladinha” com as crianças. Será dia 08.05, das 14h às 18h. Dá tempo!

 

“Esse é o primeiro “grande evento” de arrecadação em prol do “Projeto Intercâmbio: Tamera/Portugal – Âncora”, projeto iniciado em setembro/2015 com as crianças do Núcleo do Desenvolvimento. Os educandos e educadores de Tamera estiveram conosco no Âncora, durante duas intensas e ricas semanas, em fevereiro/2016. Agora, a segunda parte do Intercâmbio consiste em irmos para Portugal em setembro deste ano (o projeto de aprendizagem envolve não só a vivência e estudo em Tamera, como também na Escola da Ponte e outros lugares que estamos pesquisando e definindo com as crianças e suas famílias). Vamos nesta viagem: 19 crianças, 3 educadores e 3 pais/mães.” Explica a educadora Tutora Carol Florêncio

 

Este evento vem ao encontro da pedagogia do Âncora: os educandos do Núcleo do Desenvolvimento estão planejando e encaminhando o como irão conquistar esta viagem, atingir esse objetivo, alcançar esse sonho. Por meio de um Projeto de Aprendizagem, que inclui todas as áreas do conhecimento, as crianças desenvolvem e aprendem de maneira global e significativa, já que o aprendizado está vinculado a um desejo e um propósito real. Por meio desse projeto, então, as crianças vêm criando maior autonomia e envolvimento com toda a comunidade. “Antes do intercâmbio, nunca tínhamos ido na casa do Breno e da Jady, que moram pertinho da gente. Nunca tínhamos brincado juntos um na casa do outro e nem na rua”. Relatam as educandas Jamille Amorim e Julia Morais.

 

Os Projetos de Aprendizagem promovem o desenvolvimento não só do âmbito relativo às diversas áreas do conhecimento, mas também de práticas reflexivas, da qualidade argumentativa, da postura crítica, da mediação de conflitos, da coletividade, da autonomia, do planejamento, da responsabilidade, da solidariedade, enfim.

 

Este é apenas o começo, pois trata-se do intercâmbio inaugural da Escola Projeto Âncora. A ideia é receber e ser recebido por mais crianças, de diferentes escolas e projetos inovadores do Brasil e do mundo. Como sempre diz a educadora/coordenadora Cláudia Santos:

– O início de tudo é um SONHO… Então, continuemos sonhando, e realizando!

 

Prestigiar o evento é participar da transformação da educação em nosso país.

 

Serviço:

Matinê Party – Entrada R$2,00

  • 05.2016
  • 14h às 18h

Projeto Âncora

Estrada Municipal Walter Steurer, 1239

 

Já fez sua doação este mês?

outubro 2017 – crowndfunding

Brasileiros são conhecidos pela hospitalidade, afetividade, festividades, mas como se comportam os brasileiros quando o tema é Solidariedade?  O nosso país absorveu o “Black Fryday”, mas por que não incorporou o “Thanksgiving”?  Em recente e pioneira pesquisa sobre a cultura doação no Brasil, nos deparamos com o perfil da filantropia no país.

Os dados obtidos são bem interessantes, como constatação de que 77% da população praticou algum tipo de doação ao longo de 2015 e que o hábito de doar faz parte da vida do brasileiro regularmente. Mesmo estando muito aquém dos países com a cultura de doação arraigada, já temos bons motivos para comemorar. Outros dados animadores é que o montante das doações no país somou R$ 13,7 bilhões, equivalente a 0,23% do PIB nacional. Nos Estados Unidos com PIB (2015) de 17,937 trilhões de dólares o valor de doações de pessoas físicas é de 330 bilhões, o que equivale a 18,44% do total do Produto Interno Bruto.

Quem é este doador em potencial? Mulheres de nível superior que frequentam alguma instituição religiosa e com renda superior a 4 salários mínimos.

Curioso quando se faz uma busca de imagens pelo Google com a palavra doação, aparece corações, roupas, bancos de sangue,  alimentos, mãos unidas, entre outros. Quando se faz a mesma busca em inglês “donation” aparecem cofres e moedas. Esta simbólica busca demonstra a ideia de doação do brasileiro. A Cultura de doação está crescendo, mas ainda há muito terreno a ser expandido.

Este tema vem ganhando destaque no Brasil no último ano. A corajosa decisão de Elie Horn, dono da Cyrela, de se juntar ao movimento Giving Pledge e se comprometer a doar 60% de sua fortuna em vida é um maravilhoso exemplo para indivíduos detentores de grandes fortunas no país. Em recente entrevista a Época negócios Elie Horn, que mantém sigilo dos contemplados pelo investimento social, afirma: “No começo, pensava muito na questão da pobreza. Depois comecei a pensar que se a gente aproximasse as pessoas de Deus não haveria estupro, nem assassinatos. Portanto, a formação moral é fundamental. O mundo educado, o mundo moral, é o mundo que não tem mal. Ou, diante dele, o mal diminui de forma bastante rápida. Por isso, em primeiro lugar, hoje invisto na educação moral. Aí está o futuro.”

O que motivou Elie Horn a fazer a imensa doação é o engajamento na causa. Validamos o que no nosso ponto de vista fará o mundo um lugar melhor para se viver. Validamos a melhora de pessoas para a construção de um novo mundo. O ponto é que sempre podemos enquanto cidadãos e empresários melhorar a nós mesmos, sermos inspiração em nossas empresas, nos posicionando a favor de causas que nos fazem sentido.  Os dados da Doação Brasil comprovam que 89% dos doadores, o fazem pelo simples fato do sentir-se bem ao doar e 80% afirmou que ajudou por ser sensibilizado com a causa.

No ato da doação todos os envolvidos ganham. Transformar realidades dos menos favorecidos é muito possível, distribuir a renda é emergencial para construção de um país mais justo, sábio e menos violento. Basta um pequeno deslocamento da zona de conforto. Se queremos ver a mudança fora, precisamoscomeçar com uma mudança interna.  Maneiras são inúmeras: Incentivo fiscais, doações mensais, voluntariado, gincanas de arrecadação de alimentos e o que mais a sua boa vontade criar. Não há limites.

Este ano fazemos o convite para que este #Diadedoar se estenda e que cada um de você possa ser co-responsável na construção do nosso Centro Cultural Comunitário. Nosso Circo a serviço da Transformação Social por meio da arte, cultura e cidadania.

Campanha Kickante Projeto Âncora

Se aproprie, doe e depois compartilhe, envie um vídeo do porquê do seu apoio. Vamos dar as mãos. A sua SOL idariedade nos dará luz e voz.

Será aplaudida por muitos!

 

Coletivos de ONGs da Região Oeste realizaram a “Pizza à Moda do Bem”, evento que reuniu a comunidade para discutir a importância do movimento “Dia de Doar” 

outubro 2015

 

Quatro grandes entidades da Região Oeste que formam o Coletivo de Ongs, comemoraram juntas pela primeira vez o “Dia de Doar”, dia 1º de dezembro na Associação São Joaquim, em Carapicuíba. O Dia de Doar é um movimento mundial que promove a cultura de doação, uma semana após o Thanksgiving Day em resposta ao consumismo do Black Friday, já incorporado no Brasil.

O evento foi a “Pizza à Moda do Bem”, patrocinado pela a Pizzaria Mercatto. Fazem parte do Coletivo de ONGs a Acorde (Embu das Artes), Associação São Joaquim e Oca Escola Cultural (Carapicuíba) e Projeto Âncora (Cotia). Mais de 80 pessoas das comunidades envolvidas participaram.

“Reunir quatro ONGs para conversar e promover a cultura de doação no Brasil em um mesmo evento foi um grande avanço, ainda mais importante que a captação de recursos neste momento”, avalia Joana Lee Ribeiro Mortari, diretora da Acorde, que teve a iniciativa de compartilhar a “Pizza à Moda do Bem!” ofertada pela sua parceira “ Pizzaria Mercatto”, até 2014, realizada somente por sua entidade.

Para Regina Machado, co-fundadora do Projeto Âncora, a união das pessoas e a partilha comum de seus bens materiais é o caminho para enfrentar a crise. “Doar também é compartilhar. Nós, do Âncora, por exemplo, neste momento articulamos com toda a comunidade, com o Coletivo de ONGs, para que nossos espaços, equipamentos, recursos inclusive simbólicos, sejam utilizados quando ociosos, construindo uma rede poderosa de trocas, onde todos são beneficiados. ”

Na avaliação de Monica Rosales, presidente da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade, “a campanha é uma oportunidade de atuar junto e ganhar força para promover a cultura de doar no entorno e, ao mesmo tempo, ampliar as ações pela sustentabilidade das organizações que trabalham pelo desenvolvimento social”, explica.

“Doar faz bem para si, para o outro, é uma forma de tentar diminuir as desigualdades sociais. E todos podemos ser doadores de alguma forma, seja de objetos, serviços e/ou recursos financeiros”, destaca Cris Cruz, da Oca Cultura.

O Dia de Doar é uma campanha global por doação. Começou em 2012 nos Estados Unidos e hoje já alcança mais de 80 países em todo o mundo e orienta sobre as várias formas de doação, seja por indivíduos, empresas, governos e ONGs.

Segundo pesquisa Retrato da Doação no Brasil, realizada em 2014 pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) e a Ipsos Public Affairs, 84% da população desconhece que pode fazer doações utilizando parte do Imposto de Renda.

 

Mais informações:

Ana Alcantara– Assessora de Comunicação do Projeto Âncora

Telefone: (11) 4612-9966 anapaula@projetoancora.org.br

Fabíola Lago (jornalista voluntária que doou a realização deste release!) 11 99687 9052

 

Dia de Doar: www.diadedoar.com.br
Associação Acorde facebook.com/AAcorde
Associação São Joaquim: http://www.saojoaquim.org.br
OCA Escola Cultural: http://ocaescolacultural.org.br/

Educação e Turismo foram assuntos de encontro promovido pelo Skål São Paulo

junho 2016

 Projeto Âncora, que trabalha com Desenvolvimento Social por meio de Inovação em educação, apresentou sua pedagogia a empresários do Turismo

 Transformar a educação propondo novos paradigmas e demonstrar que é possível fugir do modelo tradicional com resultados efetivos – e melhores – para crianças e famílias. Foi esta premissa que o Projeto Âncora, reconhecido internacionalmente pelo modelo inovador usado para aprendizagem de crianças e adolescentes na região metropolitana de São Paulo, levou, na manhã do último dia 30, a empresários e líderes do Turismo, em São Paulo.

“Educação tem tudo a ver com o Turismo, assim como com todos os demais setores. Ela é o cerne do desenvolvimento da nação”, afirma o presidente do Skål São Paulo e conselheiro do Projeto, Aristides Cury, que organizou o encontro.

O Âncora foi idealizado pelo ex-presidente da ABAV – Associação Brasileira das Agências de Viagem, Walter Steurer (já falecido), e por sua esposa Regina, e nasceu em 1995 após diversas visitas do casal a ONGs que ofereciam trabalhos transformadores pelo Brasil. Em 20 anos de existência, já beneficiou mais de 6 mil crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social em periferias dos municípios de Osasco, Carapicuíba, São Paulo, Embu das Artes e Cotia.

Em uma área de 12 mil m2, o Projeto oferece, além de diversas oficinas, ensino gratuito da educação infantil ao ensino fundamental, com metodologia que parte da prática para a teoria, ou seja, as disciplinas do currículo obrigatório são aplicadas por meio de projetos, vivências, roteiro de estudos, grupos de responsabilidade e rodas de reflexão com o envolvimento direto das crianças, priorizando seus interesses e necessidades. Tudo aprovado pelo MEC.

“Lá não temos divisão por séries, aprendemos com diferentes tipos de projetos e com nossos tutores. Nas aulas tradicionais, muitas vezes são passados conceitos que são decorados para uma prova e depois esquecidos, mas quando estes conceitos são aplicados na prática, em atividades do dia a dia, a gente aprende de verdade”, afirmou Mariana Santino, 13 anos educanda da escola Projeto Âncora, durante o encontro.

 

Além de Mariana Santino, participaram do debate Merislane Vieira de Oliveira, mãe de aluno e Lohan Apezato(13),  para um bate-papo com o público, moderado pelo presidente do São Paulo Convention & Visitors Bureau, Toni Sando e a co-fundadora do Âncora Regina Steurer. “Somos do tempo das escolas públicas, mas hoje a realidade mudou. A qualidade do ensino piorou muito e a proposta do Âncora traz um benefício real para estas crianças”, acredita Sando.

 

“A educação brasileira precisa de uma revolução. Desconstruímos um modelo ultrapassado para construir um novo jeito de fazer educação, mais adequado para a realidade do século XXI. A exemplo do que acontece na Finlândia, queremos continuar entre os modelos de escolas inovadoras”, enfatiza Walter Teixeira, presidente do Projeto Âncora.

 

Em um café da manhã oferecido pelo Higienópolis Hotel & Suítes, o encontro reuniu empresários do trade turístico, autoridades, representantes de entidades e imprensa, para o apoio da causa. Outros detalhes no site: www.projetoancora.com.br

 

Projeto Âncora

é uma das Melhores ONGs do Brasil !

Instituto Doar e Revista Época premiam as 100 melhores ONGs do Brasil

novembro 2017

 

Nós e outras 99 organizações acabam de ser reconhecidas como as melhores ONGs do Brasil, nas áreas de transparência, eficiência e gestão. Trata-se da primeira edição da #melhoresOngs, com 1560 instituições inscritas. Uma iniciativa do Instituto Doar e a Revista Época. A premiação já nasce com êxito. São mais de 300 mil ONGs no Brasil. Entre associações de caridade, organizações da sociedade civil, institutos e fundações filantrópicas, estar entre as 100 é um reconhecimento que nos fortalece no trabalho de Educação a serviço do Desenvolvimento Social.

 

Dia 07 de agosto aconteceu a premiação, com cerca de 300 pessoas no espaço Sapato Laranja na Vila Olímpia e quem subiu ao palco representando o Âncora foi Regina Steurer, co-fundadora e conselheira e Suzana De Camargo Ribeiro, coordenadora geral.

 

Estar entre instituições como AACD, Casa do Zézinho, SOS Mata Atlântica, WWF Brasil, Actionaid, Doutores da Alegria, Brazil Foundation, Instituto Ronald McDonald entre outras que oferecem seu trabalho a favor da vida, é uma enorme honra e prestígio.

 

Para o Instituto Doar, que valoriza os bons exemplos através de um Selo de Qualidade chegou a hora de criar um estímulo para as ONGs e uma vitrine para os potenciais doadores se decidirem a doar. ONGs exemplares merecem o reconhecimento e o dinheiro de doadores conscientes. É esse o objetivo do Prêmio Melhores ONGs.

 

O objetivo é que não só estas primeiras 100, mas o maior número possivel de ONGs, possam através desta parceria do Instituto Doar com a Revista Época, estabelecer padrões para a melhoria contínua. Aumentam sua legitimidade e reputação e aumentam os recursos de doadores para elas.

Processos administrativos, contábeis, financeiros, de comunicação, são verificáveis. Recomenda-se que sejam públicos e transparentes, já que os recursos são provenientes de doações e patrocínios e se espera o melhor uso desse dinheiro. Metodologias, pedagogias e procedimentos de cada ONG com seus públicos não podem nem devem ser comparáveis nem muito menos ranqueados. Mas a gestão e a transparência dos recursos, sim. É isso que o premio mediu e é assim pretende seguir fazendo: premiando ONGs cujos dados são mensuráveis e objetivos.

 

O reconhecimento de estar entre as 100 melhores ONGs do Brasil, confirma o desejo comum de mudar a educação em nosso país e integra outras seleções que o Projeto Âncora recebeu nos últimos anos. Considerados pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura), como um dos 178 projetos de educação,  inovadores e criativos no Brasil. (seleção MEC), fomos reportados na série documental da Tv Futura- Destino: Educação-Escolas inovadoras, como uma das doze instituições de ensino espalhadas pelo mundo e inseridas na reinvenção das práticas pedagógicas. O Projeto Âncora foi a pauta que iniciou a série. Veja na íntegra: Escolas Inovadoras: Episódio 1. Outra importante iniciativa que fomos selecionados foi o InnoveEdu, uma lista de 96 experiências educacionais pelo mundo que apresentam soluções para demandas do século 21, com curadoria em 4 países. Porvir(Brasil), Edsurge (Estados Unidos), Innovation Unit (Reino Unido) e WISE (Catar).

 

Melhores ONGs é, portanto, um guia que facilita para o doador na hora de escolher para quem doar.  É hora de valorizar o que é nosso e apoiar uma causa que te sensibilize. O Projeto Âncora defende a Transformação Social por meio de inovação em educação. Venha conosco!

 

 

Sobre nós:

Somos uma Associação Civil de Desenvolvimento Social, beneficente, filantrópica e cultural, de fins não econômicos e não lucrativos, fundada em 23 de setembro de 1995 com o desafio de melhorar a realidade de crianças e adolescentes de baixa renda de Cotia e região, por meio de experiências educacionais, culturais, artísticas e esportivas que complementassem o ensino escolar, além de programas como creche, educação infantil, oficinas e cursos profissionalizantes. Acreditamos que a educação transformadora é um caminho claro para o desenvolvimento social.

A Instituição já beneficiou diretamente mais de seis mil crianças, adolescentes e suas famílias em situação de vulnerabilidade social em periferias dos municípios de Cotia, Osasco, Carapicuíba, São Paulo, Embu das Artes.

No ano de 2012, o Projeto Âncora inaugurou uma escola de ensino fundamental com uma inovadora filosofia educacional, inspirada na Escola da Ponte de Portugal, implantando um modelo organizacional de gestão democrática e uma reorganização das estruturas educativas tradicionais. A Escola Projeto Âncora, particular e gratuita, passou a somar-se ao trabalho já executado, possibilitando assim o atendimento integral de cerca de 180 crianças e jovens no ensino escolar e proporcionando diversas atividades complementares.

Bons parceiros têm nos ajudado a construir essa trajetória: Cielo, Highline, GE, Natura Cosméticos, Petrobras e Grupo Gamaro, entre outras empresas, além de pessoas físicas. A doação se dá pelo direcionamento de parte do Imposto de Renda, por meio do incentivo fiscal ou apadrinhamento de uma criança.

 

Escolha a sua maneira de contribuir e se integrar em nossa Comunidade de Aprendizagem e contribua na construção de um mundo mais cooperativo, sábio e feliz.

 

https://www.projetoancora.org.br

Estrada Municipal Walter Steurer, 1239 / Cotia- SP

Tel: 11 4612 99 66

Imprensa: Ana Alcantara – 11 99913 87 20

 

Entrevista com a educanda Sofia

Como surgiu a ideia do experimento “Cimento Espacial”?

A ideia veio a partir de nossas dúvidas sobre o por quê de existirem tão poucas construções no espaço, então pensamos em levar o cimento para o espaço, já que ele é bem frequente nas construções aqui na terra. Já a ideia do plástico veio quando pesquisamos mais e descobrimos que um dos problemas para os astronautas não ficarem muito tempo no espaço é a radiação e uma das formas de combater isso é o plástico, também ficamos sabendo que uma recicladora de plástico verde (um plástico feito a partir da cana de açúcar) seria levado no mesmo voo, então pensamos em juntar o plástico com o cimento.

O que é o cimento espacial?

O cimento espacial é um cimento normal em que juntamos com o plástico verde.

O que você aprendeu com esse projeto, em termos de conteúdos educacionais?

Eu aprendi bastante sobre a radiação, física e elaboração de projetos e experimentos.

Como você está levantando dinheiro para a viagem para os Estados Unidos?

Eu e as outras pessoas do Âncora que participaram desse projeto e estão me ajudando a arrecadar dinheiro estamos vendendo cadernos artesanais, brigadeiros, sorvetes, organizando eventos além da conta bancária.

Esse movimento também se tornou parte do seu projeto de estudo? De que forma?

Sim, eu tive que dedicar meu tempo a todo esse processo de arrecadação de dinheiro e também para estudar sobre as questões e os problemas que apareciam no nosso experimento.

O que você aprendeu com o processo de arrecadar dinheiro?

Eu aprendi a fazer investimento, a calcular conversões do real para o dólar e também bastante sobre matemática.

Quais os seus planos para o futuro?

Tenho um sonho de transformar toda essa aventura em um livro, já que o meu sonho é ser escritora de livros de ficção científica para incentivar a ciência nos jovens.

Como você avalia o Projeto Âncora?

Acho que o Projeto Âncora é algo que tem ajudado muito os jovens educandos a adquirir sua própria autonomia.

 

ENTREVISTA PROFESSORA PATRÍCIA SOUZA para Portal Claro

agosto 2018

Como foi o percurso de aprendizagem da Sofia?

A aprendizagem é contínua e por isso continua em processo. Sofia e os outros 340 estudantes entraram em contato com os conceitos da microgravidade e metodologia científica. Existe o projeto científico com seus conteúdos e o projeto da viagem que é multidisciplinar e envolve um mundo de possibilidades e aprendizados.

Como surgiu a ideia dela estudar o tema?

A ideia foi de um grupo. A história começou em 2017, quando o Projeto Âncora foi convidado a participar do Programa de Experimentos Espaciais para Estudantes, da NASA, junto com outras escolas. Participaram 350 crianças de três escolas brasileiras, sendo 15 crianças do Projeto Âncora e foram inscritos 73 projetos numa iniciativa inédita no Brasil de incentivo à ciência.

Havia crianças do Âncora nos três projetos selecionados para a final. Os três projetos foram enviados à NASA, que escolheu um para ser implementado e enviado à estação espacial internacional.

A nossa representante neste projeto é a Sofia. Apaixonada por ciências, esta jovem de 13 anos irá, com 4 crianças de outras escolas de São Paulo, apresentar o projeto no congresso que será realizado no Museu Smithsonian, em Washington DC. Nesse congresso, de 28 a 29 de junho de 2018, estarão reunidos e expostos todos os projetos selecionados dos três países participantes: Canadá, EUA e agora o Brasil.

O que é o cimento espacial?

O nome carinhoso do projeto eleito para ser testado no espaço (ISS), com a intenção de esclarecer a complexidade do trabalho científico. Esta pesquisa busca testar a mistura de cimento com plástico reciclável para garantir a proteção contra a radioatividade, que os astronautas são expostos.

Quais conteúdos curriculares foram trabalhados nesse projeto?

No projeto de iniciação científica foram estudados temas como: Microgravidade, estrutura do plástico, cimento, composição para formação do cimento, impressão 3D, radioatividade e o que decorre destes conteúdos principais. Já o projeto da viagem em si trouxe para Sofia um mundo de aprendizagem. Está estudando diariamente Inglês, cotação e conversão do dólar, geografia dos Estados Unidos, desafios sócio- emocionais do trabalho em grupo, aprender a se posicionar mediante entrevistas sendo clara, atributos de vendas, já que a captação de recursos foi variada, entre outras aprendizagens.

A Sofia está levantando dinheiro para a viagem para os Estados Unidos. Esse movimento também se tornou parte do seu projeto de estudo? De que forma?

Um grupo de crianças que participaram da Missão Garatéa continuou envolvido, mesmo não tendo o seu projeto selecionado e juntos fizeram e venderam: Brigadeiros, cadernos artesanais, camisetas com silk patrocinados por Joel Aleixo e desenhados pela artista Titta Souza, sorvetes e pães de mel feitos pela avó de Sofia.Estas ações acabaram por envolver toda a nossa comunidade de aprendizagem. Por meio da conselheira e voluntária do Kamla Yoga ganhamos uma boa doação da Meissen, empresa vizinha ao Âncora, fizemos uma campanha de doação de milhagens com a MaxMilhas e a Fundação Salvador Arena, generosamente, aportou o que faltava de recursos para irmos para Washington DC.

 

Curso on line com Professor José Pacheco e educadores do Projeto Âncora

Em sua quinta edição, o curso “Fazer a Ponte no Brasil”, abordará também os desafios dos métodos inovadores no ensino médio

fevereiro 2018

 

A Escola Projeto Âncora, referência mundial em inovação em educação, desde 2013 promove multiplicação de conhecimento por meio de cursos on-line, vivências, palestras e imersões que possibilitam aos participantes mergulharem por caminhos pouco percorridos na construção de novas maneiras de aprendizagem e de entendimento do universo escolar.

 

Pelo quinto ano consecutivo e já tendo formado cerca de 1800 pessoas, este ano o curso totalmente on line “Fazer a Ponte no Brasil”, traz a novidade da aplicação do ensino médio numa escola que não aplica provas e não ministra aulas convencionais.

 

Ao unir as experiências transformadoras do professor, consultor e palestrante José Pacheco, com os educadores da Escola Projeto Âncora e a coordenação digital e comprometida do professor Wilson Azevedo da Aquifolium o “Fazer a Ponte no Brasil” atende àss necessidades e inquietações dos educadores interessados em promover mudanças nas metodologias aplicadas.

 

A Escola da Ponte em Portugal, também fundada pelo professor José Pacheco há mais de 30 anos e que se tornou mais conhecida a partir do livro de Rubem Alves (“A Escola Com que Sempre Sonhei Sem Imaginar que Pudesse Existir”), é uma das inspirações da Escola Projeto Âncora.

 

O curso é inteiramente on-line com carga horária de 30 horas que o próprio aluno tem a autonomia de escolher seu melhor horário para participar, promovendo intensa interação e contribuindo para formação de comunidades virtuais de aprendizagem colaborativas e livres. Os únicos requisitos para acompanhar as aulas é ter uma conexão estável com internet e conhecer a dinâmica de receber e enviar mensagens online. É recomendado que os participantes separem duas horas diárias para dedicar-se à leitura dos textos e das mensagens distribuídas pelo sistema de conferência eletrônica.

 

As escolas e secretarias de educação que inscreverem grupos de educadores têm uma condição especial. Participantes que sejam beneficiários de bolsa família ganham bolsa integral e os inscritos até ???????, ganham desconto de 50%.

 

Sobre a Aquifolium Educacional

 

A Aquifolium Educacional é uma das mais respeitadas empresas no campo da Educação Online no Brasil. Atende instituições de ensino e empresas oferecendo consultoria para a implantação de programas de educação a distância para Intranets ou via Internet, desde a concepção pedagógica até o acompanhamento de docentes em suas primeiras aulas online, passando pelo desenho de ambientes online para aprendizagem colaborativa, capacitação e acompanhamento de docentes, ambientação de alunos etc.

Entre as empresas e instituições atendidas pela Aquifolium Educacional encontram-se: SEBRAE Nacional, SENAI Nacional, SENAC Nacional, SEST/SENAT Nacional, SENAC-SP, Sistema FIRJAN, Conselho da Justiça Federal, Caixa Econômica Federal entre outros.

 

Serviço:

 

 

Faça seu Imposto render

 Direcione seu Imposto de Renda para um Projeto que você vê resultados

Há um consenso. É necessário que a Transformação Social aconteça para que o Brasil possa contribuir para um mundo mais justo, sábio, ético e feliz. Nós do Projeto Âncora acreditamos que é por meio da inovação em educação baseada em valores e vocações, que este objetivo será alcançado. Será com o protagonismo do cidadão que ao refletir, se desloca da zona de conforto e contribui com um mínimo de seu tempo, para que resultados surpreendentes aconteçam. Um mundo mais colaborativo e compartilhado é o que vivemos hoje. Se aproprie. A responsabilidade social, também está em suas mãos.

As 100 maiores cidades do Estado poderiam destinar até R$ 290 milhões para projetos que promovem o desenvolvimento social através das leis de incentivo, mas apenas R$ 29 milhões têm esse destino. Ainda em 2017 você pode contribuir com o Projeto Âncora destinando 3% de seu imposto de renda devido (pessoa física).

O processo é simples e qualquer dúvida, nossa equipe terá o maior prazer em auxiliar.

Informações: 11-4612-9966 ou 11-97294 3199 C/Suzana – suzana@projetoancora.org.br

 Doação diretamente no momento da Declaração até 28/04/17

Pessoa Física

 

O limite de dedução é de 3% do Imposto de Renda Devido, e poderá ser doado se apresentado no modelo completo, observando o limite global de 6% para a dedução das destinações realizadas no ano-calendário de 2016. Ou seja, se você já fez destinações dedutíveis até 31 de dezembro do ano calendário de 2016 que equivalham a 6% do imposto devido, não poderá efetuar outras destinações dedutíveis do Imposto de Renda até 28 de abril de 2017, que é o prazo final para a entrega da declaração. A Instrução Normativa RFB nº 1.311 de 31 de dezembro de 2012 regulou a doação realizada diretamente na declaração de ajuste anual.

 

 

Veja como doar no passo a passo:

 

 

 

1ª – No Programa IRPF menu “Doações Efetuadas”

2º – Clicar em “Novo”

3º – Escolher o “Código 40 – doações em 2016 Estatuto da Criança e do Adolescente”

4º – Informe o CNPJ do Fundo: “13.540.277/0001-59”

5º – Nome do Fundo: “Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente”

6º – Coloque o “Valor da doação” (orientamos colocar um valor maior, pois abrirá uma segunda tela com o valor exato a ser doado no campo: valor passível de dedução – estando localizado na última coluna e linha.

7º – Em seguida será gerado um Darf no valor da doação, que deverá ser pago e o comprovante de doação juntamente com o Darf enviado para o Projeto Âncora, no e-mail: ancora@projetoancora.org.br

 

Imprescindível: o envio do comprovante de pagamento juntamente com o Darf para que possamos solicitar o repasse da doação ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente para o Projeto Âncora e enviaremos o recibo pelo correio a pessoa doadora.

 

 Conheça um pouco do trabalho que desenvolvemos nos links abaixo:

 

Reportagem TV: materia Bom Dia SP

Vídeo institucional de 2 minutos: https://www.youtube.com/watch?v=Rxf5b7O7l40

Vídeo Destino: Educação – Escolas Inovadoras | Episódio 01: Projeto Âncora – Canal Futura/integra: https://www.youtube.com/watch?v=kE6MlnwML8Y

Informações: 11-4612-9966 ou 11-97294 3199 C/Suzana – www.projetoancora.org.br

 

Intercâmbio para Portugal : Um sonho coletivo realizado

Comunidade de Aprendizagem do Projeto Âncora, após dois anos, consegue

embarcar educadores e educandos

para o primeiro intercâmbio de sua história.

 

Este 29 de setembro foi um dia emblemático no Projeto Âncora. O primeiro intercâmbio da nossa história foi concretizado. Dezoito pessoas: 13 educandos e educandas e 2 tutores e 2 mães e um pai partiram para Tamera, comunidade auto sustentável no sul de Portugal.

Tamera tem uma escola chamada Escola da Esperança. Eles sonharam com o intercâmbio para conhecer o modo de viver e a forma de aprendizagem na Escola Projeto Âncora. Conseguiram realizar esse sonho e estiveram no Âncora em fevereiro de 2016. Agora, para concluir o projeto, nossa turma conseguiu concretizar este sonho. Partiram hoje para voltar no dia 21 de outubro de 2017. Serão três semanas de aprendizagem, diversão, sustentabilidade e cultura.

No site de Crowdfunding do projeto o grupo relata: “Convivemos em um mundo cada vez mais violento, conflituoso, caótico, desigual socialmente e economicamente, onde as pessoas são individualistas e não se importam uns com os outros, nem com o planeta. Conhecer essa vida em comunidade, como acontece lá em Tamera, nos ajudaria a transformar o local onde vivemos e a mudar nossas vidas. Uma das formas de ajudar nossa comunidade é trazer ideias e adaptá-las para vivermos em um lugar melhor. Como Tamera fica em Portugal, país onde também fica a Escola da Ponte, não poderíamos deixar de ir conhecê-la… Vamos juntos com os jovens de Tamera conhecer a escola que inspirou a criação da Escola Projeto Âncora.”

As famílias se envolveram muito e todos se empenharam para fazer a coisa acontecer. Além do financiamento coletivo, houveram diversas formas de arrecadação: Venda de brigadeiros, promoção de eventos, bazar, produtos de pallets, rifas e um solidário colaborador que doou o recurso integral às passagens. Ao todo arrecadaram R$85.000 e mesmo faltando um pequeno valor para cobrir todos os custos, encararam apenas como mais um obstáculo a ser transposto.

Vários desafios se apresentaram nestes dois anos e o grupo superou junto. Algumas crianças, por motivos pessoais e também familiares, mudaram saíram do Projeto o que trouxe frustração aos participantes. As filmagens e re-filmagens da campanha de crowdfunding foram inúmeras, cada momento um problema técnico. O projeto teve muita ajuda, de voluntários profissionais na área de vídeo (da empresa Diapason e da empresa Central do Condutor). Eles passaram ensinamentos sobre captação de imagem, além roteiro do vídeo e fazer o processo de edição. Demonstrarão os ensinamentos nos registros da viagem e serão disponibilizados pelo Facebook.

 

 

Foram quatro OBJETIVOS principais nesse Projeto de Intercâmbio:

  1. aprender sobre sustentabilidade para aplicar aqui (Tamera é uma comunidade sustentável, e queremos transformar nossa comunidade a partir dos aprendizados e vivências com eles);
  2. conhecer e desenvolver relações humanas afetivas(viver livre de medo, não ter mais guerras e conflitos destrutivos é a base de mudança do nosso mundo em um lugar menos desigual);
  3. conhecer a Escola da Ponte(como Tamera fica em Portugal, país onde também fica a Escola da Ponte, não poderíamos deixar de visitá-la, já que ela é a inspiração da criação da Escola Projeto Âncora);
  4. finalizar o Intercâmbio(os jovens da Escola da Esperança realizaram a primeira parte do Intercâmbio, vindo ao Brasil em fevereiro de 2016 para conhecer como vivemos e como aprendemos. Agora, nossa meta é ir para lá conhecer a comunidade, a vida, a cultura e a escola deles, finalizando esse grande projeto, esse grande sonho).

Intercâmbio para Portugal : Um sonho coletivo realizado

Comunidade de Aprendizagem do Projeto Âncora, após dois anos, consegue embarcar educadores e educandos para o primeiro intercâmbio de sua história.

novembro 2017

 

Este 29 de setembro foi um dia emblemático no Projeto Âncora. O primeiro intercâmbio da nossa história foi concretizado. Dezoito pessoas: 13 educandos e educandas e 2 tutores e 2 mães e um pai partiram para Tamera, comunidade auto sustentável no sul de Portugal.

Tamera tem uma escola chamada Escola da Esperança. Eles sonharam com o intercâmbio para conhecer o modo de viver e a forma de aprendizagem na Escola Projeto Âncora. Conseguiram realizar esse sonho e estiveram no Âncora em fevereiro de 2016. Agora, para concluir o projeto, nossa turma conseguiu concretizar este sonho. Partiram hoje para voltar no dia 21 de outubro de 2017. Serão três semanas de aprendizagem, diversão, sustentabilidade e cultura.

No site de Crowdfunding do projeto o grupo relata: “Convivemos em um mundo cada vez mais violento, conflituoso, caótico, desigual socialmente e economicamente, onde as pessoas são individualistas e não se importam uns com os outros, nem com o planeta. Conhecer essa vida em comunidade, como acontece lá em Tamera, nos ajudaria a transformar o local onde vivemos e a mudar nossas vidas. Uma das formas de ajudar nossa comunidade é trazer ideias e adaptá-las para vivermos em um lugar melhor. Como Tamera fica em Portugal, país onde também fica a Escola da Ponte, não poderíamos deixar de ir conhecê-la… Vamos juntos com os jovens de Tamera conhecer a escola que inspirou a criação da Escola Projeto Âncora.”

As famílias se envolveram muito e todos se empenharam para fazer a coisa acontecer. Além do financiamento coletivo, houveram diversas formas de arrecadação: Venda de brigadeiros, promoção de eventos, bazar, produtos de pallets, rifas e um solidário colaborador que doou o recurso integral às passagens. Ao todo arrecadaram R$85.000 e mesmo faltando um pequeno valor para cobrir todos os custos, encararam apenas como mais um obstáculo a ser transposto.

Vários desafios se apresentaram nestes dois anos e o grupo superou junto. Algumas crianças, por motivos pessoais e também familiares, mudaram saíram do Projeto o que trouxe frustração aos participantes. As filmagens e re-filmagens da campanha de crowdfunding foram inúmeras, cada momento um problema técnico. O projeto teve muita ajuda, de voluntários profissionais na área de vídeo (da empresa Diapason e da empresa Central do Condutor). Eles passaram ensinamentos sobre captação de imagem, além roteiro do vídeo e fazer o processo de edição. Demonstrarão os ensinamentos nos registros da viagem e serão disponibilizados pelo Facebook.

 

 

Foram quatro OBJETIVOS principais nesse Projeto de Intercâmbio:

  1. aprender sobre sustentabilidade para aplicar aqui (Tamera é uma comunidade sustentável, e queremos transformar nossa comunidade a partir dos aprendizados e vivências com eles);
  2. conhecer e desenvolver relações humanas afetivas(viver livre de medo, não ter mais guerras e conflitos destrutivos é a base de mudança do nosso mundo em um lugar menos desigual);
  3. conhecer a Escola da Ponte(como Tamera fica em Portugal, país onde também fica a Escola da Ponte, não poderíamos deixar de visitá-la, já que ela é a inspiração da criação da Escola Projeto Âncora);
  4. finalizar o Intercâmbio(os jovens da Escola da Esperança realizaram a primeira parte do Intercâmbio, vindo ao Brasil em fevereiro de 2016 para conhecer como vivemos e como aprendemos. Agora, nossa meta é ir para lá conhecer a comunidade, a vida, a cultura e a escola deles, finalizando esse grande projeto, esse grande sonho).

 

Projeto Âncora lança campanha de financiamento coletivo

Novembro 2016

A ong/escola referência internacional de inovação em educação, lança projeto no Kickante para equipar o seu circo tornando-o um centro cultural comunitário.

A escola Projeto Âncora tornou-se importante exemplo de como flui a educação no século 21, onde a autonomia e a cidadania são pontos focais e a abolição de séries e aulas é uma realidade. Reconhecidos pelo MEC como um dos 178 projetos de educação,  inovadores e criativos no Brasil http://criatividade.mec.gov.br/projetoancora. Eleito pelo InnoveEdu como uma das 96 experiências educacionais pelo planeta que apresentam soluções atuais de desenvolvimento humano, com curadoria do: Porvir(Brasil), Edsurge (Estados Unidos), Innovation Unit (Reino Unido) e WISE (Catar).http://innoveedu.org/pt/escola-do-projeto-ancora e recentemente reportado pelo canal Futura como uma das 12 escolas inovadoras do mundo, Bom dia SP e lançamento Futura.

Somos uma ONG que depende de apoiadores para se manter e lançou sua primeira campanha de crowdfunding para equipar o seu picadeiro.

O circo foi a primeira construção do Âncora em 1996. Como o coração de um bebê é o primeiro órgão a ser formado, o Circo-Escola é o coração da entidade. A partir dele, histórias foram transformadas em apresentações, oficinas, encontros comunitários, eventos, espetáculos. O circo é o ícone da instituição que hoje é reconhecida mundialmente pela inovação em educação. A lona foi envelhecendo, rasgando e sendo reformada, mas seu tempo findou-se. Entre 2012 à 2014 foram captados recursos para que o Âncora pudesse contar com a nova cobertura. Quando a entidade completou 20 anos, a nova lona foi erguida. Este salto foi dado, agora o próximo desafio é aparelhar o circo.

Com o intuito de criar um Núcleo Sócio-Cultural que dê condições para que os eventos e as oficinas de circo, dança e música, aconteçam de forma digna e artística, para os educandos, artistas e público em geral, foi lançada em 07 de novembro uma campanha no Kickante para arrecadar R$ 150.000 que serão destinados à compra de material circense e equipamentos de iluminação e audio visual. “Difícil vir para o Sarau e se apresentar no SECO. Sem luz, som xiando, falta de recursos cênicos. Desafiador para o artista” – observa o ator Fabio Neppo, que aos 12 anos foi um dos primeiros educandos do Projeto Âncora e hoje já participou de novelas, sendo a de maior repercurssão como o Kleiton na novela Cheias de Charme na Rede Globo, fez longa-metragens e peças teatrais, ganhando um Kikito de ouro como ator coadjuvante  com o Filme “De passagem” do diretor Ricardo Elias.

Acontece no circo, semanalmente, 22 oficinas de salto, tecido, trapézio, palhaço e lira. Uma alternativa à atividade física, além dos esportes de quadra. O circo, dança, música e artes cênicas fazem parte do contexto curricular. Os eventos do Projeto Âncora como o Sarau mensal aberto a toda a comunidade e a Parada Cultural, evento semanal, acontecem no circo e precisam de amparo técnico para incrementar o teor e o repertório artístico em uma região carente de espaços culturais.

Cotia tem 250.000 habitantes e não conta com um espaço cultural gratuito e aberto à população. “Não existe teatro e fomento às artes. O foco do poder público municipal é apoiar o setor industrial e o desenvolvimento imobiliário”, constata Marcio de Andrade, educador musical e ativista humanitário que integra o ÔKupa Âncora, movimento de ocupação do Projeto Âncora, nos períodos que a ONG não está atendendo as crianças e jovens que ficam por 9 horas na instituição.

O Circo do Projeto Âncora também é bastante procurado para sediar espetáculos de diversas companhias, mas poderia ser palco de muitos outras manifestações artísticas, se estivesse equipado, impactando uma região polarizada, formada por bairros nobres e formadores de opinião, mesclada com as periferias de Cotia, SP, Embú das artes, Taboão da Serra e Carapicuiba, amplamente carentes em equipamentos sociais e culturais.

Para a construção de Comunidades de Aprendizagem que o Âncora se propõe e é reconhecido por isto, o circo é um elemento fundamental para aglutinar os potenciais coletivos e individuais que o Circo oferece, empoderando a todos os envolvidos. Embaixo da lona a criança se encontra e eleva sua autoestima brincando. As práticas circenses exigem enorme disciplina e estimulam a superação, determinação, atenção, cooperação e processos criativos. Uma arte plural que encaminha à realização de proezas rumo a concretização de sonhos possíveis.

Estão todos convidados a participar da formação das Comunidades de Aprendizagem e a campanha Kickante é um caminho iniciado à transformação social por meio da cultura, da arte e da organização comunitária.

 

Para divulgar:

Campanha Kickante:

https://www.kickante.com.br/campanhas/projeto-ancora-inovacao-na-educacao

Vídeo Kickante:

Campanha You Tube

Vídeo Institucional do Projeto Âncora:

Institucional 2015 IR

 

Projeto Âncora

Estrada Municipal Walter Steurer, 1239 / Jd. Rebelato / Cotia – SP

11 4612 99 66

www.projetoancora.org.br

Informações para a imprensa

Ana Alcantara

anapaula@projetoancora.org.br

cel: 11 9 9913 87 20

 

ÔKupa Âncora

Movimento de ocupação do espaço disponível do Projeto Âncora com arte, cultura e fortalecimento de vínculos de forma democrática com e para toda a comunidade.

Agosto 2016

 

No final de 2015 escolas estaduais da Grande São Paulo foram ocupadas gerando protagonismo e uma outra forma de organização da escola e do currículo, empoderando estudantes e organização civil.
O “Occupy Wall Street” descrito como um movimento de resistência, sem liderança, com pessoas de muitas cores, gêneros e opiniões políticas, acontece nos Estados Unidos desde 2011 e questiona a riqueza do 1% contra os outros 99%.
O OKupa na Europa começa na Grã Bretanha na década de 60 e fortifica na Espanha na década de 80, com a finalidade de ocupação artística e cultural de prédios abandonados nas cidades. O que todas estas iniciativas têm em comum? – Participação social, política e artística da comunidade em intervenções e ações locais, dentro de um contexto global.

Inspirados também por estes movimentos mundiais, impulsionados pela crise econômica, social e política no Brasil e sonhando com um maior envolvimento da comunidade local, surge o Ôkupa Âncora. “Percebemos que há muitas riquezas no Âncora que poderiam ser melhor compartilhadas por todos de maneira justa, democrática e colaborativa. Horários disponíveis, espaço generoso, fins de semana ociosos, equipamentos de qualidade, são muitas as riquezas materiais e imateriais da entidade.”, diz Regina Machado Steurer, co-fundadora do Projeto Âncora e precursora do Ôkupa. A criatividade, notório saber e empreendedorismo ganham com o Ôkupa neste momento um “novo” lugar, capaz de gerar outras tantas riquezas ilimitadas em benefício de todos.

No final de 2015 o “Âncora de Portas Abertas” e inaugurou o movimento Ôkupa unindo comunidade escolar, artistas, artesãos, educadores, educandos, visitantes, vizinhos, pais e responsáveis. Os tutores, crianças e famílias embaixo das árvores avaliando juntos o semestre do educando, bazar com artesanatos da comunidade, brechó, praça de alimentação, oficinas de teatro, circo, capoeira, artes plásticas, apresentações circenses e cortejo musical fizeram deste dia, co-criado com o grupo de responsabilidade dos eventos, formado por crianças e jovens da instituição, uma amostra do sonho concreto da “ocupação” ordenada. Esta profusão de atividades reflete o trabalho de Comunidades de Aprendizagem proposto pelo Âncora, na educação que transborda os muros da ONG, sem exclusão, onde todos os cidadãos são educadores e aprendizes.

Há oito anos o Âncora disponibiliza a quadra para o futebol adulto que acontece terças e quintas, a partir das 20h. Só aparecer para se integrar aos times e jogar. Como estratégia de envolvimento da comunidade, em abril deste ano, abriu-se oficinas à comunidade. Agora, qualquer pessoa pode vir e fazer uma série de atividades no Projeto Âncora. São oferecidas oficinas de teatro com o ator premiado Fábio Neppo, capoeira e danças afro com o líder comunitário e educador Mestre Morcego,Yoga com a Luana, mosaico com as oficineiras formadas por este negócio social que acontece no Âncora desde 1997, oficina de palhaços para adultos com o ator Thiago Leite. Estas atividades são cobradas, porém, flexíveis dentro dos princípios da economia criativa. A dupla de brincantes Vanessa e Lucila oferecem vivências de mães com seus bebês de até 1 ano, para ampliar o repertório destas famílias em direção a saúde e afetividade.

A construção deste movimento depende do protagonismo de cada participante e se você tem saberes e fazeres a oferecer, venha para as reuniões do ÔKupa, todas às quartas, das 17h às 19h. Para vir fazer uma ou mais atividades é só aparecer numa das reuniões de quarta. Não adianta ligar ou passar email. A proposta é vir no Âncora e ocupar.
Todos são bem vindos.

Serviço ÔKupa Âncora:
Estrada Municipal Walter Steurer, 1239
Atividades:

OFICINAS:

BATERIA:
Nahame  – Sábados QUINZENAL
Horários a combinar
Valor social R$ 50,00; Real R$150,00 e Ideal R$200

BRINCADEIRA DE BEBÊ:
Quarta às 15h ou Sábado às 10h
R$ 200 reais por mês – 1 vez por semana ou por troca de serviços

CAPOEIRA:
Sábado das 10h às 11h30
Valor social R$ 50,00; Real R$ 100,00 e ideal R$ 150,00.

DANÇAS BRASILEIRAS:
Segunda das 17h  às 18h45
Sexta às 18h00
Valor social R$ 50,00; Real R$ 100,00 e ideal R$ 150,00 (1x na semana)

ECOFICINA:
Sábado às16h

HISTÓRIAS E ARTESANATO:
Sábado QUINZENAL das 14h às 17h
Valor social R$ 50,00; real R$ 100,00 e ideal R$ 150,00
.
MARCENARIA:
Sábado – Valor social R$ 50,00; Real R$ 100,00 e ideal R$ 150,00.

MÚSICA:
Quarta das16h30 às 21h30 e Quinta das 19h30 às 21h30 Valor social R$ 50,00; Real R$ 100,00 e ideal R$ 150,00.

PALHAÇO PARA ADULTOS:
Sábados das 9h às 11h
Valor social R$ 50,00; Real R$ 100,00 e ideal R$ 150,00.

TEATRO:
Sexta das 19h às 20h30 Sábado das 10h às 13h / Valor social R$ 50,00; Real R$ 100,00 e ideal R$ 150,00.

YOGA SIVANANDA:
Segunda às 19h
Quarta às 15he 19h
Valor social R$ 30,00; Real R$ 80,00 e ideal R$ 150,00.

Quartas 17h às 19h: Reuniões do ÔKupa
À espera de turmas mínimas: mosaico, danças brasileiras, circo, musica, yoga

 

Pomba da Paz dos Direitos Humanos pela primeira vez no Brasil

A comunidade internacional Tamera presenteia o Projeto Âncora com escultura que legitima o trabalho da instituição prol Direitos Humanos

março 2016

 

Em 2008, a Declaração Universal dos Direitos Humanos fazia 60 anos e em comemoração a esta data, o artista plástico alemão Richard Hillinger criou 30 pombas de bronze, em tamanho real, para chamar atenção dos 30 artigos da Declaração dos Direitos Humanos. Cada pomba foi presenteada para uma personalidade e/ou instituição que prestasse serviços de Cultura de Paz à humanidade.

 

As pombas já passaram por Mikhail Gorbachev, o presidente Barack Obama, Dalai Lama, Papa Bento XVI, a chanceler Angela Merkel, o Parlamento Europeu e da Anistia Internacional; o Arcebismo Desmont Tutu, entre outras personalidades.

 

Pela primeira a Pomba da Paz para Educação dos Direitos Humanos chega ao Brasil e aporta no Projeto Âncora, presenteada pela Escola da Esperança em Portugal, integrada a comunidade Tamera e antes disto estava com Margret Rasfeld, liderança da Escola Evangélica de Berlim.

A Pomba estará conosco por, no mínimo um ano, até elegermos alguma pessoa ou projeto para presentear com esta relíquia!

 

Sobre Tamera e a viagem social

 

O Projeto Âncora recebeu em fevereiro o primeiro intercâmbio de sua história.

São 13 pessoas entre jovens e educadores da comunidade Tamera, no Alentejo, em Portugal. Uma comunidade internacional que nasceu na Alemanha em 1978 e migrou para Portugal em 1995, ocupa uma área de 140 hectares, antes desertificada e hoje um pólo de sustentabilidade no meio da monocultura do Alentejo.
Eles tem como a missão criar um modelo de convivência e auto-suficiência regional, que seja referência mundial de transformação social. Hoje moram e trabalham cerca de 170 pessoas e Tamera e pode ser considerada uma comunidade auto sustentável e um centro mundial de Cultura de Paz.

 

Tamera representa um futuro desejável para a humanidade, um Biótipo de Cura para a construção de uma sociedade mais colaborativa. Suas orientações principais são:

 

  • Ecologia profunda: Os cuidados com a água, as tecnologias verdes, alimentação vegetariana,  plantio,  pesquisa em permacultura e o reflorestamento são práticas diárias.
  • Socialmente confiável: Criar um ambiente acolhedor onde a confiança, transparência, solidariedade, liberdade e bom humor dão o tônus das relações.O conhecimento comunitário é o fundamento para a sustentabilidade social.
  • Educação para todos: Todos somos Aprendizes e em Tamera há duas escolas. Enquanto a escola da Esperança educa crianças e adolescentes, Terra Nova promove vivências e cursos para educação dos mais maduros.

 

A comunidade conheceu o Projeto Âncora pelos olhos e voz do nosso conselheiro, professor José Pacheco. Uma das práticas educativas de Tamera, é promover com os jovens e por meio de financiamentos coletivos, viagens “políticas”, onde os jovens viajam para outros países e ficam hospedados na casa de pessoas da comunidade trocando experiências. Já foram para Palestina, Colombia, Alemanha, Itália e agora para o Brasil

 

Estes jovens ficaram conosco por duas semanas, hospedados nas casas das famílias dos educandos do Âncora vivendo o cotidiano e os costumes das famílias brasileiras de baixa renda. Foram visitar uma comunidade intencional de Cultura de Paz “Terra Luminous” em Juquitiba e depois ficarão hospedados no Instituto Favela da Paz.

 

Antes de realizarem a jornada, estes jovens estudam a geografia física e social daquele país, sua história, seu momento político, língua e costumes. Fizeram uma campanha de Crowdfunding  com ajuda de seus tutores e arrecadaram recursos para realizar este importante projeto anual da escola. O aprendizado na prática é um pilar comum entre a escola da Esperança e a Escola Projeto Âncora e a convivência entre os jovens gerou uma troca intensa e uma admiração pela diferença.

Está no planejamento de todos que se envolveram, planejar uma ação para que as crianças daqui também irem conhecer a “utopia concreta” construída em Tamera.

 

Para saber mais:

https://www.tamera.org/index.html

www.projetoancora.org.br

 

 

 

.