Nossa Comunidade é de Aprendizagem

 

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Na primeira Carta de Princípios do Projeto Âncora, datada de 1998, e que resgata as intenções originais que presidiram a criação da entidade, esta é apesentada como uma entidade progressista, preocupada em promover a emancipação humana, mas vai além.

O Âncora é um projeto transformador que surge para tentar resolver um problema da sociedade, mas que não quer apenas resolver problemas pontuais e nem quer que a comunidade dependa dele para resolver seus problemas.

Surge com o nome de Cidade Âncora, conceito que ajuda a esclarecer um sentido mais profundo da filosofia e da identidade do Projeto Âncora. Como cidade o Âncora ganha a feição de uma experiência de vida comunitária, promovendo uma convivência ética entre seus membros, possibilitando uma experiência educativa de desenvolvimento da cidadania e infunde na “entidade” e no “projeto” um sentido comunitário mais profundo.

 

O documento que propõe a criação do Projeto Âncora escrito em 1995 diz:

“Não basta dispor de boas técnicas, bons materiais, bons construtores, e boa arquitetura. É necessário querer transformar as cidades e lutar contra as forças que as tornam injustas.”

“A Cidade Âncora quer ser imagem de cidade autêntica, que recebe todos como cidadãos: crianças e velhos, homens e mulheres, pretos e brancos, que participarão da sua construção e gestão. Lugar no qual os dons de cada um serão bem-vindos, incentivados e colocados a serviço de toda a comunidade.”

A Cidade Âncora propõe o retorno à cidade autêntica, à reconciliação das pessoas com o espaço. Cidade na qual seja possível viver a fraternidade e a justiça.”

 

Coerente com sua filosofia, a estrutura de gestão deve combinar o máximo de participação dos membros da Cidade Âncora no processo de gestão.

Acreditando ser a gestão participativa o meio por excelência para que os objetivos da Cidade Âncora sejam atingidos. Além de estar diretamente ligada à aprendizagem e vivência da cidadania, a prática na gestão do Âncora deveria trazer resultados positivos para a boa organização, funcionamento e aprimoramento dos programas. Sem participação, acreditamos que a organização tenderia a ser apenas um conjunto de regras para o controle das atividades.

 

A Carta de Princípios de 1998 previa para o futuro:

“Consolidar e ampliar sua relevância para a comunidade local”.

“Desenvolver know-how”.

“Disseminar know-how”.

 

Essas previsões são hoje uma realidade. Desenvolvemos uma tecnologia social transformadora, que faz do Projeto Âncora um dos atores de mudança social no Brasil.

Fazemos parte de alguns coletivos com a certeza que dando as mãos as conquistas são efetivas:

 

Escolas em Rede – Iniciativa aprovada pelo MEC conectando comunidades, escolas públicas e privadas da região do Butantã

Instituto Citibank – Participamos da rede CitiEsperança de ONGs incentivadas pelo instituto

Coletivo de ONGs – Liderou a formação de uma rede de ONGs que trabalham com arte, cultura e educação na região oeste de São Paulo

IHF – Somos uma das ONGs beneficiadas pelo Instituto Helena Florisbal